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IMPRESSDRAS,
QUAL A SUA NECESSIDADE?
SPITFIRE 40,
PILOTE ESTE GAME
NOSSA REVISTA I
Tao importante quanto a
revolucao da informatica
e a revolucao de nossa
revista MSX MICRO.
Estamos mudando tudo,
de ponta a ponta, para
oferecer muito mais a
voce.
A estrutura editorial esta
inteiramente remodelada,
o mesmo acontecendo
com a linha grafica muito
mais moderna e atraente.
E com um detalhe
importante: a partir de
agora, nossa revista MSX
MICRO vai ser MENSAL.
Em sua nova pauta, a
revista MSX MICRO
trara, todos os meses,
materias comparativas de
equipamentos,
perifericos e programas,
com detalhe para o
"Game do Mes" com
manual, mapa e macetes.
Trara tambem artigos
te6ricos; dicas de
hardware e software;
programas com
explicacao detalhada;
concursos e lancamentos
de "Games". E ainda,
uma secao completa de
perguntas e respostas
para esclarecimento das
diividas dos leitores.
E OFERECE VIDA NOVA TAK
YASCEU
Isto significa novas
oportunidades e
perspectivas mais
dinamicas de
comercializagao e
publicidade para seus
produtos e services.
MSX MICRO vai ser urn
revista altamente
profissionalizada, com
total apoio aos
anunciantes em
marketing e orientacao
completa na criacao e
elaboracao de anuncios e
pecas promocionais.
Nao perca
oportunidade: programe
em MSX MICRO os
anuncios de sua empresa,
de seus produtos ou
servicos. Nossa revista
vai dar vida nova para
seus anuncios. E para
seus lucros.
BEM PARA SEUS ANUNCIOS
MSX
micro
14 Ser ou nao sen .. Profissional.
ID Impressoras, qual a sua necessidade?
"«^%^5%8^^%%SS
Z J Spitfire 40, torne-se um "as" da pilotagem com todos
os macetes e dicas!
OZi Programas: Em uma nova apresentacao — EXPLICA-
DISSIMOS
• Editor de Textos Simples
• Music a Aleatdria
• Equacao de 2? Grau
■^^M-^r^
40 Os melhores games em lancamento.
• STARQUAKE
• DEATH WISH 3 JFV ,^f
Em Cima da Hora
Livros
Msx Club
Concurso
**-\J^:: ::^LP
Quebra-Cabcga .
Dicas
Parada de Sucessos_
10
39
40
42
44
Diretores
Pedro Magalhaes
Rafael Samel I i
Publicidade
RJ: HelioCalado
SP: Ronaldo Di Beltgm
Redacao
Maria Angelica Nery (Redatora)
Alvaro A. L. Domlngues (Editor Geral)
Mario B. Camara Filho (Editor de Games)
Renalo da Silva Oliveira (Editor Tecnico)
Roberto Eduardo Poleto
(Edilor de Assunlos Prolisslonais)
Projeto Gradco: Sergio de Garcia
Edlcao de Arte' Marcia Jacques
Arte Final: Palricfa Vargas
Pioducao Grafica; Paragratics
Fotolilo: Juracy Freire e Escala
Imoressao: Cia Editora Barbero
FONTE EDITORIAL
E DE COMUNICACAO LTDA.
SP: Rua Marconi. 48 — c| 63 TEL
RJ* Av. Passos. 101 — gr. 1004
Asslnaluras: anual {12 n") CzJ 2 160.00
Rua Marconi. 48 — cj. 63
Ceo 01047
Conselho Editorial
Adalberto Garcez
Alvaro A L. Domingues
Armando Campos Mello
Christian Ouintino
Clanolmdo Luz
Leonardo Senna
Mano B Camara Filho
Paulo Andre P. Marques
Paulo Appezatlo
Paulo Moscheta
Pierlulgi Piazzi
Renato da S-iva Oliveira
Roberto Eduardo Poleto
Victor Gntz
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Caro Leitor,
Com as primeiras CPUs
vcndidas no natal de 1985, o
padrao MSX para
microcompuiadores tevc urn
grande ano pela frente:
venderam-sc mais de 100 mil
cquipamcntos num rurto
peribdo de tempo. Era o ano
dc 1986 e o usuario, que na
sua maioria so queria um
micro para uso domestico,
nao se importava em pagar o
•prec,o dos MSX Expert e
Hoi Bit.
Pela primeira vez o
consumidor brasileiro foi
enganado a seu favor. Levou
"lebre por gato"! Comprou
um vi'deo game e hoje tern
um micro professional de alto
ni'vel funcional e pr&ico.
Os perifericos lan<,a(lo.s no
mercado, que ainda sao
poucos, ja apontam no rumo
da profissionalizacao do
equipamenio. Um niimcro
razoavel de softwares ja
circula no mercado e varias
opcoes podem ser encontradas
nas softhouscs de Rio e SP
O MSX e hoje o micro
mais vendido no pai's. Mas o
seu usuario nao esta tao bem
informado quanto deveria. A
Revista MSX micro agora e
mensal e seus artigos.
divididos em secoes
permanentes, procuram
atualizar, esclarecer e orientar
o nosso leitor.
Nossa nova cquipe e
composta de "feras", gente
que entende muito de MSX.
Sao nossos editores:
A/ vara A. L. Domingues
engenheiro formado na FEI,
ex-redator tecnico da Revista
Nova Eletronica. ex -editor da
Revista Microllobby, e
atualmente e' analista de
sistemas do PRODAM, alem
de nosso editor geral.
Mario B. Camara Filko e
o radical do game, foi
programador da Disprosoft e
hoje c gerente da Orionsoft.
Analisa. da as dicas e avalia
nossa Parada de Succssos. E o
nosso editor de games.
Renato da S/lva Ol/vcira
como editor tecnico, vai
praticar todos seus
conhecimentos de micreiro.
Desde o TK81 ele vein
acompanhando a evolucao do
micro nacional e escreveu os
primeiro manuais para MSX,
alem de outros livros para a
Editora Alepb.
Roberto Eduardo Poleto
como assessor de informatica
da Gradiente, participou
efetivamente da implantacao
do MSX no Brasil. Hoje, a
frente da Princesswarc, Poleto
e o nosso editor para assuntos
profissionais. A MSX Micro
agora e sua, leitor. Voce deve
guarda-la para a consulta
permanente, ela vai Ihe
ajudar a explorar todo o
potencial do seu MSX.
Radio e Imagens
Desde outubro de 1985, a Radio
USP-FM de Sao Paulo transmite o
Clip Informatica, programa de
Alexandre Fejes Neto, um
apaixonado pela informatica. O
programa traz notfcias sobre
microcompuiadores -
Iancamentos, desenvolvimento de
novos produtos, analises, opinioes
etc — , fala sobre videocassete,
video-game e digitals, com
informac^des e dicas sobre filmes,
equipamentos e intercambio entre
os ouvintes, e apresenta o software
eletronico. As ondas de Ireqiiencia
modulada do radio transmitem
Videotex to
Os usuarios de MSX em todo o
Brasil tern a disposi(,ao, desde o
mes passado, o Sistema Videotexto
da lelesp, com uma seric de opcoes
de auxflio aos usuarios, destacando-
se as ofertas e promocoes do Clube
Videotexto MSX, que passa a
intcgrar o sistema.
Para solucionar problemas que os
proprietarios encontram na
operacao diaria do seu MSX, o
sistema apresenta a set;ao tira
diividas. Mas ha muito mais nas
se?6es de apoio, ate mesmo
informa(,6es sobre livros. Na area
de lazer do Videotexto foi lan^ado
o jogo Flash Word, com premia^ao
semanal aos acertadores.
Para que o usuario tenha acesso
ao servico que c gratuito — ,
basta que digite MSX*MSX
quando entrar a tela inicial do
Videotexto.
O curso do MSX
Pronto para iniciar novas turmas
nos misterios do MSX, o Infort e
hoje o tinico curso do Rio dv
Janeiro (Rua do Rosario, 151/6 ?
andar) total men te voltado para o
padrao MSX. Sergio Loureiro,
Diretor do Infort, esta muito
entusiasmado com o bom
rendimento das turmas, e promete
uma assinatura da MSX Micro
para cada novo aluno. Aos que ja
sao assinantes da revista e oferecido
um desconto na matn'cula.
softwares, que os ouvintes gravam e
utilizam nos seus computadores
cada semana e para uma linha de
micro e sao desenvolvidos por
ouvintes, estudantes de
universidades e pela equipe de
produ^ao.
Grande Rio
A Baixada Fluminense ganhou um
centro de treinamento e revenda de
informatica dcdicado a linha MSX
e PC. A Infortelles Comercio,
Assessoria, Ensino e Sistcina cm
Processamento dc Dados Ltda. esta
insialada a rua Def. Pub. Zilmar
Pinaud, 50, s/303, Vilar dos Tellcs
Sao Joao dc Mcriti.
A Infortelles ministrara cursos de
m'vel professional c comcrcializara
varios tuulos dc softwares, enure
profissionais c games, pcrifcricos
etc. Como lancamcnto, a
comercializacao do expansor dc
slots para MSX.
MSX Word 2
A nova versao do MSX Word, o
tradicional processador dc tcxto da
Cibcrtron que desdc seu
lancamcnto, ha dois anos, ja teve
scis mil unidades vendidas (a
maioria cm disquctcs) ja c um
succsso no mercado. Ela guarda
basicamente a mesma identidade
com as vcrsocs antcriorcs, mas
recebeu varias melhorias. A
principal inovacao e a inclusao dc
uma rotina que conferc ao MSX
Word 2 a capacidade de
acentuacao, nao so nas imprcssoras
ABNT, como tambem cm
praticamente todas as imprcssoras
nacionais, incluindo a Grafix 80
F/T, c em algumas imprcssoras
importadas.
Disponfvcl apenas cm disquctc dc
5 e 1/4 dc polcgada, a nova vcrsao
tambem teve a dcteccao dc erros
bastante melhorada quanto a
rapidcz c identifica<;ao dos erros. A
vcrsao 2.0 c fornccida com as
tabclas para P 500 da Prologica c
para a Grafix 80 FT, podendo
tambem trabalhar diretamente com
qualqucr impressora padrao Epson
ou com a Grafix MIA atraves de
uma pequena adaptacao. ja
implcmcntada no programa. **£!.
CIBERTRON
A ESCOLHA DOS PROFISSIONAIS
— A imprensa elegeu o cartucho ME-
GA ASSEMBLER como a ferramenta in-
dispensavel para o programador em As-
sembler para MSX, ve)a os comentarios
— Folha de Sao Paulo 23/set/87: "O ME-
GA ASSEMBLER e um aplicallvo essen
cial para quern quer programar de forma
seria e profissional" — MICRO SISTEMAS
de MAR/88: "O MEGA ASSEMBLER pode
ser considerado como a ferramenta ideal
para o usuario MSX".
— Caracteristicas: permite a criacao,
edigao e cbpia de cartuchos para MSX.
Podem ser criados programas em Assem-
bler incluindo graficos e tabelas de carac-
teres. Opcao de acesso a qualquer slot do
MSX.
WORD:
— O processador de texto BEST SEL-
LER da CIBERTRON consagrado pela im-
prensa, veja os comentarios — Folha de
Sao Paulo 10/fev/88: "MSX-WORD pralico
e potente. o programa se consagrou no
mercado para quern tern um MSX"
— A versao 2.0 inclui o poderoso "DRI-
VER" para as impressoras que permitem
reconfigurar a tabela de caracteres. pos-
sibilitando o uso dos caracteres em por-
tugues daquelas impressoras que nao se-
guem o padrao ABNT ou ABICOMR Por
exemplo: GRAFIX 80 F/T, P500. O "DRI-
VER" foi criado pelo programador da CI-
BERTRON Cesar A.O. Tiosi sendo, portan-
to, desenvolvimento totalmente nacional,
e esta disponivel apenas em diskette. Em
f ita o MSX-WORD pode ser encontrado na
versao 1.8.
— Desejando uma lista gratuita, escre-
va para Caixa Postal 17.005 — CEP 02399
ou telefone: (011) 298-3299.
Sao Paulo Capital:
AKOPOUMORUMBI SHOPPING, AKO-
POL/PINHEIROS, AKOPOL/CENTRO
AMAROSON/SP, B.B.S./SP, BRUNO
BLOIS/SHOPPING CENTER NORTE, BRU-
NO BLOIS/CENTRO, BRUNO BLOIS/MO-
RUMBI SHOPPING, BRUNO BLOIS/PAM-
PLONA, CINERAUSP (011) 295-1144, CA-
SA DO MSX/SP, CINOTICA/SP, ELDORA-
DO/ABC, ELDORADO/SHOPPING CEN-
TER NORTE, ELDORADO/REBOLCAS. EL-
DORADO/PAMPLONA, FILCRIL/SP (011)
220-3833, G. DISK/SHOPPING CENTER
NORTE, GUEDES/SP, PHOTOSON/SP(011)
212-9622, PLAYTECH/SP (011) 220-1733,
PRO-ELETRONICA/SP. REFLEX/SP.
Interior:
A KO POL/CAM PI NAS, AKOPOURIBEIRAO
PRETO, DUPLO R/LINS, G. DISK/SHOP-
PING CENTER VALE/SJC, IGRES INFOR-
MATICA/SJC (0123) 21-0321, JR. INFOR-
MATICA/TAUBATE, MICROS E MA-
CROS/SJC, PLENISON/SANTOS, SHOP
AUDIO E ViDEO/ST. ANDRE.
Outros Estados:
COMPUMIX/RJ, FILCRIL/RJ, REDE-
SUUPR, ROT CLUB/PA, S.J. INFORMATI-
CA/RS, SLIING/RJ.
(^ CIBERTRDn
\JZ' software
Expansor de slots
Ja esta no mcrcado, desde Janeiro
passado, o expansor de slots da
lacto Informatica. Com ele o
usuario multiplica a capacidade de
seu micro, podendo dispor de ate 8
slots para conectar interface de
drive, placa de oitenta colunas,
expansoes de memdria, softwares
residentes e jogos.
O primeiro lote foi totalmente
vendido ao preco de CzS 8.000,00.
O prego agora esta em 15 OTN's, e
o produto ja pode ser entregue
para todo o Brasil.
O novo produto da taclo.
Cybernetic Center
Lima area de 560 metres quadrados
que e, na verdade, o sonho de
quern ama informatica. O Rio ja
tern um espaco assim. E o
Cybernetic Center Centro de
Estudos e Pesquisas em
Informatica, que ja esta
funcionando e tern entre seus
objetivos incentivar e proporcionar
aos associados cursos de formacao e
aperfeicoamento tecnico cm
informatica.
O Cybernetic atua nos moldes de
um clube, com tftulos patrimoniais
remidos que garantem aos sdcios e
seus dependentes - a partir de 12
anos de idade — acesso aos cursos,
consultas e orientacao durante as
24 horas do dia, com professores
altamenie qualificados. Os
associados tambem tern acesso aos
equipamentos e instalacdes sem
quaisquer custos adicionais, alem
de descontos especiais e
financiamentos facilitados na
compra de equipamentos perifericos
e acessdrios.
Os tftulos do Cybernetic vem
sendo comercializados desde
outubro ultimo, em duas
categorias: socio patrimonial e socio
patrimonial remido. Os que
estiverem inclufdos nesta ultima
categoria podem usufruir de todas
as vantagens sem pagamento de
taxa de manutencao ou quaisquer
despesas.
Localizado na rua Soriano de
Souza, 98, praca Saens Pefia,
Tijuca, o Cybernetic vai atuar,
tambem, como entidade cultural, e
em seu auditdrio serao realizados
simpdsios, palestras e conferencias.
FITA K-7
Desde o mes passado, a Cibertron e
a unica empresa a realizar a
duplicagao da fita K-7 em
equipamento especi'fico para
gravacao de sinal de computador,
sendo todo o processo controlado
por microprocessador. 'lbdos os
programas serao testados por
dispositivo controlado por
microprocessador, que opera em
alta velocidade e analisa com
perfeicao a qualidade do sinal
gravado. Leonardo Senna da Silva,
um dos diretores da empresa,
informa que todo o equipamento
foi concebido no laboratdrio de
desenvolvimento da Cibertron.
Casa gaucha
A EM PYX Software implantou a
primeira Software House em Porto
Alegre, e a MSX Micro tern o
prazer de saber que contribuiu
para cssa tomada de decisao. O
enderc<;o do pessoal c Mai.
Floriano Peixoto, 38 -- s/1904.
Gal. Rosario, Porto Alegre.
Gama de norte a sul
Do Oiapoque ao Chuf, os clientes
da Gama Software ja podem gravar
seus softwares por telefone. O
Gama lelesoft pode ser contactado
por qualqucr usuario, desde que
tenba um modem, mesmo apds as
23 horas. Esse e o esquema
montado pela equipe Gama, para
que seus micros possam mandar as
mensagens de 'Ires Rios para todo o
Brasil.
Apoio ao usuario
A lacto tern mostrado uma
preocupacao cada vez maior em
dar assistencia ao usuario do MSX.
O projeto secta, que qucr dizer
Sistema Especial Cibernctico de
Treinamenio e Assessoria, tera tres
fases.
A primeira delas sera de
treinamenio, com cursos altamente
qualificados onde cada aluno tera
seu equipamento para uso
exclusivo. A segunda fase, a
assessoria, oricntara o usuario na
escolha de software e das novidades
em acessdrios. E o "Club Secta"
estara atendendo a todos com a
maior biblioteca especializada em
MSX. *■&
liurds
S! DK»i I 7 P«OC««K»i IMiBIIOI
Dicas,Macetes
&
Programas
em Assembly
MCM DRIVl!
MICROfOL
SHARP
Eduartio Alberto Barbosa
Dicas, Macetes
e Programas
em Assembly
para MSX
Disk Drive
Eduardo Alberto Barbosa
Ciencia Moderna
Computacdo - 100 pdginas
Se voce e usuario avanqado
dc MSX, 1 1 .1 1 i.i II i.i com dri-
ve e deseja entrar em deta-
lhes mais profundos, vai en-
contrar em suas pdginas
muita coisa util.
Como o proprio autor ad-
vene, o livro nao e para
principiante, mas para al-
guem que ja conhece siste-
mas operacionais a nfvel de
sua estrutura ffsica e logica
e que seja um usuario nao
principiante em linguagem
de maquina.
Os tres primeiros capi'tu-
los sao reservados para expli-
car o sistema de disco do
MSX, englobando detalhes
como a dcscricao minucio
sa das cstruturas intcrnas do
sistema, bem como dicas
uteis ao programador que
quer usar diretamente as ro-
tinas internas para realizar
scus programas.
O ultimo capitulo descre-
vc 5 (e nao 7 como aparece
na capa) programas cm lin-
guagem de maquina que
utilizam-se de grande parte
dos recursos do sistema ope-
racional do MSX.
Mais uma vez, a apresen-
ta(,aografica, principalmen-
te a interna, e pobre, dan-
do uma ideia amadora ao li-
vro. o que dcsmerece seu
conteiido.
100 Dicas
para MSX
Renato da Silva Oliveira
Editora Aleph -
192 pdginas
Um dia voce vai ficar can-
sado de digitar programi-
nhas do manual do BASIC
do seu computador. E vai
querer ir alem, mas sem ter
que passar pclo aborted
mento da leitura de cansa-
tivos livros de teoria. Voce
quer resultados praticos.
Pois entao, eis af um bom
livro. Sem rodeios, sem fala-
torio desnecessario, com um
mdice bem organizado que
o leva aonde voce quer ir.
Quanto ao conteiido, dicas
e truques envolvendo coisas
pouco divulgadas sobre o
MSX.
Por exemplo: como escre-
ver com caracteres grandes
na tela? Ou: como posicio
nar o cursor na screen 2?
Ou: como compatibilizar o
micro com a impressora?
Estes exemplos sao apenas
uma amostra. O livro e di-
vidido em sete partes: tecla-
do, vi'deo. sum, cassete, im-
pressora, drive e processa-
mento. Cada uma dcstas
partes contem varias dicas
sobre o assunto tratado, com
a indicagao, ao final da
maioria delas, de uma leitu-
ra adequada para os mais
avidos de informagoes.
O texto e enxuto c cada
dica e explicada com as in-
formacoes indispensaveis,
sem muito computes ou teo-
res (linguagem dos tedricos).
Mas o que interessa e que as
dicas funcionam e fazem o
que queremos.
A maioria dos programas
mesmo os que envolvem
linguagem de maquina, ja
que sao carregados e execu-
tados a partir do BASIC
(POKEs c linbas de DATA)
esta colocada de forma
pronta para rodar.
Um detalhe importante:
para facilitar a digitagao e
a conferencia. os programas
vem acompanhados pela so-
ma sintatica de cada uma de
suas linhas, um artifi'cio se-
melhante (em conceito) a
"prova dos nove". Isto signi
fica que se apds a digitagao
de nosso programa, a soma
sintatica de uma de suas li-
nhas estiver diferente da pu-
blicada, e sinal que o pro-
grama foi digitado errado.
Isso e feito por meio de
um programa, que aparece
como uma das dicas da se-
Cao 7 do livro (dicas de pro-
cessamento).
Ai'esta uma das dims uni-
cas falhas do livro. Dado que
a soma sintatica e um ele-
mento importante para a
continuidade da leitura do
livro, deveria ser a primeira
coisa que o leitor visse, des-
tacada de qualquer secao.
A segunda e a fraca apre
sentacaografica, principal-
mcnte da capa e da folha de
mdice! Capa em amarelo e
preto nao da!
A letra escolhida para o
fndice parece feita a mao e
dificulta a leitura, dando a
primeira vista um aspecto
amador ao livro, bem
aquc'm do que merece o seu
conteiido!
Concluindo: trata se de
um bom livro, indicado pa-
ra quern ja tern pelo menos
uma pequena iniciacao aos
MSX. As dicas sao bastante
interessantes e realmentc
uteis. "**
MSX +
Video-cassete
Como fazer com que meu
video -cassete consiga captar
a imagem de meu micro-
computador?
Augusto Goncalves Santos
Santos - SP
Caro Augusto,
Voce dcve ligar a sai'da "TV"
de seu micro na entrada de
antena de seu video-cassete.
O seletor de canais deve es-
tar nos canais 3 ou 4, depen-
dendo da posicao da chave
seletora de seu micro.
lanto a TV como o video-
cassete encaram seu micro
como uma estacao de TV
transmitindo um programa
qualquer.
Drive quente
Ouvi dizer que o drive da
Microssol tinha problemas
de ventilacao. E verdade?
Augusto Goncalves Santos
Santos - SP
Caro Augusto,
O drive da Microssol nao
possui problemas de ventila-
cao. O que ocorre e que, de-
vido a presenga de uma fon-
te de alimentacao em seu in-
terior, sua caixa se aqueca
um pouco, apds algum tem-
po de uso, mas nada
anormal.
Comando
MERGE
Gostaria de obter maiores (e
melhores) injormacoes sobre
o comando MERGE.
Marlon Jose Lima Dutra
Manaus - Amazonas
O comando MERGE permi-
te que um programa, grava-
do no formato ASCII, seja
juntado com o programa
que ja existe na memdria.
As linhas serao intercala-
das em sua seqiiencia corre-
ta e, se houver linhas iguais,
as linhas do programa a ser
mergeado se sobreporao ao
do programa que esta na
memdria.
Note que o arquivo a ser
mergeado deve estar no for-
mato ASCII. Para grava-lo
neste formato, utilize a op-
cao A apds o nome do ar-
quivo, no momento da gra-
vacao. Por exemplo:
CSAVE "TESTE", A
A sintaxe correta do coman-
do MERGE e;
MERGE " disp : nome de
programa
disp pode ser CAS (casse-
te), A (drive A) ou B (drive
B). nome de programa
deve ser o nome de um pro-
grama gravado no formato
ASCII.
Por exemplo, para mergear
o arquivo "TESTE", grava-
do no cassete:
MERGE "CAS: TESTE"
Pirataria
O que e pirataria? E con-
travencdo vender ou tro-
car programas com ou-
tros usudrios, usando co-
pias?
Edson Skijnada
Maripord - SP
Jose Caetano E Junior
Sao Paulo - SP
Designa-se por pirataria
qualquer cdpia nao auto-
rizada de um programa.
Neste caso estao inclufdas
as cdpias feitas e comer-
( i;ih/. id, is por empresas,
as cdpias feitas e comer-
cializadas por particula-
res (pessoas ffsicas), as cd-
pias que fazemos para
nossos amigos e ate (des-
de que proibidas) as cd-
pias que fazemos para
nosso prdprio uso.
Nos desaprovamos e
desaconselhamos qual
quer tipo de pirataria.
Pela simples razao de
que, se uma pessoa, ou
uma empresa desenvolve
um produto e alguem o
copia e aufere lucro com
ele, este alguem esta pra
ticando um ROUBO.
Pense um pouco: se vo-
ce fosse o autor de um
programa, gostaria de ve-
lo copiado e comerciali-
zado por outros?
A unica forma de tra-
balhar legalmente e esta-
belecer-se como empresa
e obter representacao jun-
to aos fornecedores de
software ou desenvolver
seus prdprios produtos.
10
Ligacao
Franca/Brasil
Gostaria de saber se e possi-
vel interligar um MSX (es-
tando no Brasil) com um PC
(estando na Franca), via
MODEM.
Reatriz Raulino
Rio de Janeiro - RJ
Cara Beatriz,
E possi'vel interligar o seu
microcomputador com um
PC estando na Franca, sim.
Basta que ambos os micros
cstejam rodando um soft-
ware de comunica<;ao adap-
tado para a comunicagao de
ambos e que as suas interfa-
ces RS 232C estejam ope-
rando sob a mesma veloci-
dade.
Sugestoes e
criticas
1- Melhorar qualidade da
revista graficamente e
revisdo.
2- Comenlar Games com
profundidade
3- Cursos atraves da revista
4- Concurso
Jose Luciano Cavalcanti de
Lucena
Olinda - PE
Edson Shimada
Mairipord - SP
Mauri do Araujo
Jodo Pessoa - PR
Ao lerem esta revista, voces
perceberao que ela ja se mo-
dificou bastante em relacao
aos numeros anteriores, e
que tres das sugestoes ja fo-
ram atendidas:
• Reformulou-se todo o pro-
jeto grafico da revista
• Serao comentados, mes a
mes, jogos em profundida
de
• Foi lancado nesta edicao o
concurso software de uma
linha
A linn a sugestao ainda
nao atendida e a que diz res-
peito a cursos. Ela sera estu-
dada em funcao de nosso
projeto editorial.
Softwares
e drives
americanos
Eu poderia comprar soft-
wares nos EVA, para MSX,
sem problemas de carrega-
mento? Poderia comprar
tambem um drive? Este dri-
ve precisaria de uma inter-
face especial? Existe esta in-
terface aqui?
Alexandre Kozoroski Flores
Porto Alegre - RS
Caro Alexandre,
Se voce comprar, nos Esta-
dos Unidos, softwares ou
qualquer periferico para
MSX nao havera problemas,
pois os dois fabricantes bra-
sileiros seguiram rigorosa-
mente o padrao estabeleci-
do pela Microsoft.
Quanto ao drive, precisa
de uma interface para podcr
ser instalado. Tbdos os fabri-
cantes de drives (nacionais
ou estrangeiros) fabricam es-
ta interface.
Verifique, ao comprar um
drive importado, se ele tern
alimentacao de energia pro
pria. Se nao tiver, sera neces-
sario desenvolver uma pe-
quena fonte de alimentacao
para ser acoplada a ele. Pro-
cure um bom tecnico de ele-
tronica para fazer a adapta-
cao. Os drives nacionais pos-
suem fonte de alimentacao
propria.
Perifericos
Na MSX Micro numero 6
existe uma tabela que mos-
tra o periodo previsto para
ah!
ye
Write Now
Oscar Lopez Perez
Alberche 136 Edf.
Granada l.A
45007 'Ibledo Espana
Gilmar S. Loureiro
Rua Taboca, 142 -
Cobilandia
29100 Vila Velha ES
Fernando Neves S.
Junior
Rua Romcu
Wanderley, 165 -
Varzea
80741 Recife PE
Edson Hideo
Okuyama
Rua Independencia,
1191
16900 Andradina SP
Tiago Alessandro
Espinola Ferreira
Rua Pereira Simoes,
342 - Bairro Novo
53120 Olinda PE
Luciano Nogueira
Marmontel
Av. Afonso Botelho,
1515
87300 Campo Mourao
PR
Sergio Brilo T. e Silva
Rua 139. n? 264 -
Setor Marista
74310 Goiania GO
Jose Hernandez
Sanchez
Avda. de La Coruna,
Portal C - 2? A
Noya La Coruna
Espana
Aqui esta a relacao
dos membros da
comunidade MSX que
precisam de voce.
Envie programas,
dicas e macetes.
o lancamento de alguns pe-
rifericos pela Gradiente e
outras empresas. Qual o mo-
tivo para o nao lancamento
desses perifericos? Existe no-
va previsao?
Estou pensando em ad-
quirir um drive, que me aju-
daria muito, ou um modem.
Gostaria que me ajudassem
na escolha.
Jose Caetano F. Junior
Sao Paulo - SP
Com relacao aos perifericos,
embora a Gradiente nao te-
nha lancado os prometidos,
existem outras empresas que
estao fazendo varios tipos de
acessdrios para o MSX (in-
terfaces, unidades de disco,
mouse, expansao de memd-
ria etc.).
Voce esta indeciso entre
comprar um modem ou um
drive. Isso vai dcpender do
que voce deseja.
A funcao do drive e ar-
mazenar dados em disco,
uma forma de armazena-
mento muito mais efetiva do
que fitas cassete. Com disco
voce tera acesso a programas
mais sofisticados e podera
dar um uso mais profissional
ao seu micro.
Um modem permite uma
comunicacao micro-micro
via telefone, ou acesso a um
dos servicos de comunicagao
de dados (por exemplo, ci-
randao, video- texto etc.).
Um nao elimina o outro
e podemos dizer que se com-
pletam, se houver necessida-
de tanto de armazenamen-
to em massa como de comu-
nicacao de dados.
MSX
Club
DESGRtLflriDD
Compatibilidade
IBM PC/MSX
Queria saber se um equipa-
menlo de 8 bits pode ser
transjormado num de 16
bits, compativel com o PC
XT.
Kleber Wilson dos Santos
Sao Paulo - SP
A palavra "compatibilidade"
e muito perigosa! Os aniin-
cios dizendo que o MSX pos-
sui'a algum grau de compa-
tibilidade com o PC da IBM
levou-o a pensar que, com
algumas adaptacoes, ele se
tornaria um PC/XT!
Nao e bem assim. Em pri-
meiro lugar existem graus de
compatibilidade entre ma
quinas. A compatibilidade
total, a partial, a compati
bilidade de dados.
Compatibilidade total en
tre duas maquinas significa
que elas tern a mesma arqui-
tetura interna, operando sob
as mesmas regras de contro-
le. Em outras palavras, o
hardware das duas maqui-
nas esta organizado da mes-
ma forma. Isso implica que
os circuitos eletronicos sejam
equivalentes e que as BIOS
(EPROM que controlam
operacoes da maquina) se-
jam logicamente identicas
(executem as mesmas coisas,
a partir dos mesmos enderc
cos).
Na pratica, duas maqui
nas totalmente compatfveis
rodam cs mesmos softwares,
com o mesmo desempenho.
Maquinas parcialmente
compati'veis tern arquitetu-
ras semelhantes, e BIOS nao
necessariamente identicas.
Isso implica que alguns soft-
wares desenvolvidos em uma
maquina nao rodam da
mesma forma na outra.
Compatibilidade em da-
dos significa que duas ma-
quinas, embora tendo arqui
letura interna diferentc, po-
dem trocar dados entre si.
O MSX, em relacao ao
IBM PC, cncontra-se nesta
classificacao.
O que significa isto na
pratica?
Se o MSX estiver traba-
Ihando com o sistema ope-
racional MSX-DOS (ou
compatfvel, por exemplo o
SOLXDOS), os dados pode
rao ser lidos pelo PC e
vice-versa.
Alguns programas profis-
sionais, como o DBase II e
o SuperCalc 2, possuem ver-
soes que rodam no MSX,
trocando dados e aplicacoes
com o IBM PC.
Algumas linguagens de
programacao de alto ni'vel
tambem podem trocar pro-
gramas fontes (programas
antes de serem compilados
ou interpretados) entre o
MSX e o PC.
Entre elas esta o prdprio
BASIC, o TurboPascal e o C.
Devemos contudo nos
lembrar de que apenas po-
demos transportar progra-
mas-fonte e que devemos
recompila-los no outro
micro.
O MSX nao pode ser
transformado num PC, mas
podemos agregar-lhe perife
ricos e torna-lo profissional:
drives, monitor de video,
cartao de 80 colunas, expan-
soes de memdria. E soft-
wares aplicativos profissio-
nais: processadores de texto,
bancos de dados, linguagens
e planilhas de calculo. Fe-
chando tudo, uma boa
impressora.
Alvaro A. L. Domingues
,,« f "\t"»p"">/"S
,t IBM/PC + MSX = ?/
12
Entre a musica
e o micro
Aos 13 anos, Yeh Yu Sung,
fascinado por computadores, usava
o CP300 de um amigo. Ainda nao
tinha scu prdprio equipamento. Seu
pai tinha um certo rcccio de
comprar, com medo de que a
paixao fosse apenas uma fantasia
de adolescente.
Quando ganhou seu CP500,
Sung ja curtia aplicativos, pois
precisava "faturar uma grana",
como ele mesmo diz. Afinal, em
sua casa se fala muito de negdcios
seu pai foi um dos fundadores
do Grupo Sergio e hoje e
proprietario de um hotel fazenda
em Sorocaba.
Para desenvolver esse seu lado
pratico. Sung trabalhou no
MacDonalds, "nao pelo dinheiro,
mas para conhecer toda a
organizac,ao". Aos 16 anos trabalhou
na Tropic, e logo depois abria seu
prdprio negdcio, o Bio-Soft. So que
Sung sonhou um pouquinho alto e
o negdcio nao seguiu o caminho
que ele esperava.
Agora, aos 18 anos, Sung faz o
primeiro ano de Letras na Usp. E
escolheu o curso de chines, porque
"a China esta mudando, esta se
abrindo, e pode surgir algum
negdcio no futuro". Descendente de
famflia chinesa de Formosa, Sung
nasceu no Japao para onde sua
famflia imigrou — e veio para o
Brasil com cinco anos de idade.
Mas todo ano ele viaja para o
Japao.
Sung e responsavel por muita
coisa boa que chegou ao Brasil,
muitos games novos, que a maioria
desconhecia.
oir
*
H^
Paixao pela musica
Todo o lado empresarial e pratico
deste garoto de 18 anos nao
consegue abafar a paixao que Sung
tern pela musica. O que ele mais
curte e cantar e com seu grupo
musical composto de guitarra,
baixo, teclados, bateria, sax, e ele
prdprio como cantor — participa
do programa Japao Pop,
transmitido pela TV Bandeirantes.
Recentemente, participou da
Semana do Japao, na Pousada do
Rio Quente, em Goias.
Sung sempre morou na
Aclimacao, desde que chegou ao
Brasil, e so ha quatro anos convive
mais diretamente com a colonia
japonesa. O seu sonho, a curto
prazo, e unir o MSX ele tern um
MSX 2.0, importado com seu
grupo musical. Os sons diferentes
ele tira usando os perifericos da
Yamaha e da Panasonic, tambem
importados. Mas nao pensa em
comercializar esses perifericos no
Brasil, pois eles sao muito caros.
, TOME
AGUA POLAR
DEPOIS DE
UMA
CORRIDA DE
BICICLETA
Agua Polar e Milk Race, a corrida de bi-
cicletas. Dois games incriveis que a Sil-
vasoft selecionou para voce. Sao 15 no-
vos jogos recheados de perigo, aventu-
ra e agao. E mais uma lista completa
com batalhas, corrida espacial, de tan-
ques, de motos, jogos de xadrez, pula
pula e muito mais emogao. Escolha o
seu e avance. O sucesso de muitas ba-
talhas depende de voce.
— MISTERIO DO NILO
— GODZILA
— SAFARI
— TT RAACER
— FREDDY HARDEST 1 e 2
— PENTAGRAN
— JACKIE CHAN POLICE
— LAPTICK II
— MILK RACE
— SKYGALDO
— AGUA POLAR
— ALIENS' O RESGATE
— JACK THE NIPPER II
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— GULKAVE
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Roberto E. Poleto
PRD
Ser ou nao Ser ... Professional. Eis a questao!
Muito se tern falado sobre os
microcomputadores do padrao
MSX no Brasil. c voces querem
saber ainda mais sobre ele, muito
mais. Hois acreditam nele.
Q_uando, em dezembro de 1985.
as empresas Gradienle e Sharp
lancaram seus respeelivos
microrompuiadores, ambos
pertencemes ao padrao MSX,
direcionaram lodo o seu Marketing
para o uso domestico e o lazer. O
seu publico alvo? Os jovens,
adolescentes e os iniciantes na
mfstica informatica.
F. conseguiram! Desde seu
lancamcnto. passando pelo Piano
Cruzado, chegamos a Janeiro de
1987 com mais de 70 mil
equipamentos produzidos. Em
marco de 1988. foi esiipulado uni
Curriculum re sum i do:
ROBERTO EDUARDO
POLETTO
Eng. Eletrotiico Formado
pela EEI/SP em 1982 ex-Gercntc
da CompuShup (Revenda
espec/alizada) ex-Assessor de
Informdlica da Gradiente Diretor
da Princessware (Software House)
Para correspondencia Caixa
Postal 64636 CEP 05497 SP
14
parque instalado de
aproximadamente 130 mil CPU's.
Mas, e agora? Essa gcra<,ao esta
entrando no seu terceiro ano de
"iniciacSo"! E aqueles que estao
desejosos de entrar nesta area e,
mais ainda, neste padrao de
microcomputador. mas estao
indecisos, pois desejam trabalbar
profissionalmente com ele?
O que fazer? Como avaliar o
potencial do equipamento para
uma aplicacao mais seria se os
fabricantes so falam de lazer.
educacao, uso domestico. Sera que
da para trabalhar
profissionalmente com uma
maquina deste porte, com os
perifericos ate agora disponfveis no
mercaclo nacional. E sobre o
software , de que tanto se tern
falado ultimamcntc, devido a
esperada e merecida
regulamenta(,ao da lei.
Meu caro leitor. esta coluna, a
MSX PRO (de profissidnal)
procurara informa-lo sobre as
aplicacoes e experiencias
profissionais que o usuarios, como
voce, estao dando ou tendo com os
seus MSX's.
Nossa proposta e' tambem tentar
levar ao usuario iniciante
informacoes que. de certo, Ihe
serao uteis na sua evolucao no
campo da informatica, tendo como
guia e mentor um
microcomputador padrao MSX.
Analisarcmos calmamente as
vantagens e desvantagens de
sistemas ja' implantados, o
hardware mais apropriado para
cada aplicagao e o(s) software(s)
necessario(s) para levar a um bom
descmpcnho o seu MSX. Sem
estpjecer, certamente. os
lan<,amentos nacionais, efetivos, de
produtos que tenham uma
aplicacao prolissional ou relativa a
esta. Procuraremos ao mesmo
tempo, sempre que possi'vel,
informa-lo sobre as novidades
ex|jeriencias da comunidade MSX
no exterior.
Mas, deixando de lado as
pretensoes, talvez ambiciosas desta
coluna. vamos entrar ja' na
polemica e desinformada utilizacao
f)rofissional dos microcomputadores
padrao MSX.
Quando um microcomputador
pode ser considerado profissional?
Quais os parametros que
determinam o seu uso prolissional
ou nao? Sera que o MSX pode ser
considerado profissional?
Vejamos. a eleironica .
microeleironica evolui de forma e
velocidade absolulamente
espantosa, tornando hoje obsoletos,
produtos que ha um ano eram as
novidades do momento, a ultima
palavra em hardware. Por esse
motivo, fica muito difi'cil
determinar com exatidao e, por
muito tempo, quando algum
produto de informatica esta ou
nao num determinado segmento
do mercado (Profissional,
Profissional lx-ve, Educacional,
Lazer) ja que amanha novos
langamentos podem acontecer,
superando-o.
Um microcomputador pode ser
considerado profissional quando
consegue realizar com seus
acessdrios (perifericos) e softwares
espcci'ficos, os mfnimos processos
dc controle dcntro de um
ambicntc professional, com rapidcz
c confiabilidade.
Analisando por cste prisma,
pcrccbcmos que no Brasil
cncontramos diversas linhas dc
microcomputadores que se
encaixam nesta ampla definicao.
Isto e devido a cvolucao que
ocorrc ano a ano. C) micro
profissional de hoje, que controla
ate uma empresa, podera scr
relegado a um canto na mesa da
secretaria, para redigir somente
textos, mesmo assim, nao deixou
de ser profissional, a pen as migrou
para o nfvel de profissional leve.
Km 1982, a llnitron lancou no
Brasil, uma versa o do Apple II
Plus, com uma memoria RAM de
48 kByles, uma memoria ROM de
12 kbytes comercializadas avulsas;
cxpansao de + 16 kbytes de
memoria RAM, interface de
impressora e placa CP M para
"rodar" os softwares dBASE II.
SuperCalc 2 e WordStar; perceba
que c a configuracao completa que
seu MSX ja possui, sem
considerar ainda seus 16 kBytes
exclusivos para controlar o vfdeo.
ou a sua memoria ROM ser de .'52
k 15 vies.
6 CP-500 da Prologica e o
DGT-100 da Digitus, versdcs
respectivas do TRS-80 modelos III
e I. tinham 48 kBytes de memoria
RAM. estes armazcnavam seus
dados em fita k-7 ou disquetes
com capacidade de 180 kBytes. O
Apple II trabalhava com k-7 e
disquetes que armazcnavam 1415
kBytes.
Pois bem, seu MSX tern um
disk drive que armazena '560
kBytes e, ainda, com formatacao
igual ao do IBM-PC, o que Ihe
permite ler os arquivos dele,
altera-los, grava-los. processa-los e
vice- versa.
(Este assunto sera novamentc
abordado em outra edicao com
mats detallies. pois e de muita
importancia).
O Apple 11 e o TRS-80 cram
utilizados geralmente em
aplicacoes profissionais,
informatizando departamcntos ou
a empresa inteira. Em alguns casos
ainda o fazem ate hoje.
Classicos exemplos desta
migracao foram verificados com os
Apple's quando surgiu o IBM-PC;
mais rapido, com mais memoria e
um Sistema Operacional mais
avangado, alem de possuir
softwares mais complctos, que
facilitam o trabalho empresarial.
Entao, a primeira vista, seu
MSX pode desdc ja ser
considerado apto para o uso
profissional. Mas nao podem dear
duvidas, nao se trabalha serio ou
profissionalmente com um
gravador k-7.
Assim, configuracao mi'nima de
um sistema MSX profissional leve
e:
• Um microcomputador com
64 kBytes RAM
• um disk-drive 5 14" ou !5 12"
• monitor
• impressora (opcional)
Logicamente, nossa configuracao
se lorna mais completa se
adicionamos mais um disk-drive e
um cartucho de 80 colunas (estes
periferico permite visualizar, no
monitor, 80 caracleres numa
linha). Tudo depende da real
necessidade deles, apds analisar a
relacao custo benefi'cio.
E o software? Qual o seu pa pel
na visao profissional de um micro.'
Desde o lancamento da planilha
de calculo Visicalc. para o Apple.
formou-se o conceito: "Primeira o
software, depois o hardware".
Ha uma logica neste conceito.
Quando adquirimos o hardware
pelo puro hardware, corremos o
risco de nao existirem softwares
aplicativos de nfvel. Assim,
verifica-se primeiro a existencia do
software ideal para nossas
necessidades, para depois adquirir
o hardware que o comporte.
No caso do MSX no Brasil. por
ser um padrao novo, no seu
lancamento a aquisicao foi pela
maquina, pela novidade, pois, na
epoca nao existiam softwares bons.
o que havia, na maioria, eram
jogos.
Demorou para os softwares
aparecerem, mas hoje a realidade
e outra; foram lancados os "best-
seller" mundiais e ainda originais,
como o iJcrenciador de banco de
dados "dBASE II Plus MSX" e a
planilha tie calculo "SuperCalc 2
MSX". Softwares nacionais como o
processador de texto "Deletra" e o
editor grafico "Cartoon". (Em
outra edicao falaremos sobre os
softwares de uso profissional
existcntes no mercado).
Finalmentc, se um
microcomputador consegue
"rodar" um dBASE II ou um
SuperCalc 2 (softwares em disco)
sem acessdrios extras, como placa
CP. M ou cxpansao de memoria,
possui disk-drive de 360 kBytes
como no IBM PC, e tern ainda a
mesma formataqao de disco que
este. pennitindo assim a rapida
transferencia de arquivos entre
eles, cste microcomputador e um
achado!
Como se pode ter duvidas ao
considerar a profissionalizacao do
MSX. se ja esta sendo utilizado,
com cxito, em aplicacoes
profissionais das mais variadasr' *W
15
As impressoras nacionais para MSX
Um dos principals perifericos para
micros e a impressora (depois do
disk drive, ela e a peca mais
fundamental para o uso profissional
do sistema). A scguir voce
encontrara uma rapida analise de
algumas impressoras nacionais
conectaveis a micros MSX e uma
abordagem especial dos
lancamentos especfficos para essa
linha.
Lancamentos
especificos para MSX
Tres fabricantes de impressoras
desenvolveram modelos com
caracten'sticas especfficas para a
linha MSX:
A GRAFIX foi a primcira a
lancar no mercado uma impressora
com acentuacao ABNT, compaii'vel
com a tabela ABNT adotada por
consenso entre a SHARP e a
GRADIENTS: a MTA-80. Apesar
de nao possuir os caracteres
graficos e outros especfficos para a
linha MSX, a MTA-80 foi a
primcira a surgir como solucao
imediata de acentuacao para os
usuarios leigos.
A ELEBRA, apesar de ja ter ha
muito tempo as impressoras da
linha Monica compatibilizaveis por
software ou mesmo por hardware
com o padrao de caracteres MSX,
desenvolveu a OLIVIA, uma
impressora de 132 colunas com
caracten'sticas logicas muito
semelhantes a da Monica Plus, mas
com o hardware e a parte eletro-
mecanica bastante diferente. Alem
da acentuacao MSX- ABNT, a
OLIVIA e dotada de todos os 255
caracteres da tabela MSX padrao,
incluindo os caracteres graficos.
A ELGIN, lancou recentemente
a compacta e eficiente LADY 80,
uma das menores impressoras de 80
colunas nacionais, mas com
recursos ldgicos sofisticados. A
LADY 80 tambem e dotada com a
tabela de caracteres completa do
MSX e pode acentuar no padrao
MSX-ABNT
Essas tres impressoras possuem
modos graficos e podem, portanto,
imprimir desenhos.
A filosofia que norteou cada
fabricante no desenvolvimento
desses modelos foi notoriamente
diferente, seguindo cada uma seu
estilo proprio.
Impressoras
conectaveis ao MSX
Em princi'pio, qualqucr
impressora paralela padrao
CENTRONICS pode ser conectada
aos micros MSX. Isso coloca a
disposicao dos usuarios quase todas
as impressoras nacionais!
Mesmo impressoras com padrao
de coneccao diferente podem ser
conectadas, atraves de uma
interface, aos MSX. Exemplos disso
sao as impressoras termicas usadas
pelos micros da linha TK-85 e
TK-90X. Mais comum ainda e o
uso de maquinas de escrever
elctronicas (Praxis 20, IBM 6476, e
outras que normalmente sao de
padrao serial) como impressoras.
Apesar de muito mais leutas que a
maioria das impressoras, a
qualidade dos textos produzidos por
elas e quase sempre bastante
superior.
Obviamente, no caso do uso das
impressoras termicas a qualidade
da impressao de textos deixa muito
a desejar e a largura maxima do
papel e de apenas 40 colunas. A
empresa Alphasystem chegou a
lancar no mercado um modelo
(Alphaprinter IP 40) desse tipo de
impressora com a interface padrao
Centronics ja incorporada
internamente.
No caso das maquinas de
escrever eletronicas, alem da
lentidao, existe a limitacao da
impossibilidade de impressao de
graficos. Se a confcccao de graficos
e imprescindi'vel, o emprego de
uma impressora grafica sera
necessario. A maioria das
impressoras nacionais possuem
recursos para a impressao de
graficos.
Com as impressoras paralelas
padrao CENTRONICS, os
problemas comecam nos terminais
do cabo de conexao. A P720 XT.
por exemplo, necessita de um cabo
especial para ser conectada a um
MSX. Na impressao de textos os
problemas comecam a surgir com a
acentuacao, passam pelo cedilha e
terminam nos caracteres graficos.
Existem basicamente dois tipos
de problemas relativos a
acentuacao: ou a impressora nao
possui os caracteres accntuados ou
os possui com codigos diferentes dos
usados pelo micro. A ECODATA
EL-8000-02, por exemplo. pode ser
16
facilmente concctada a um MSX c
possui os caracteres acentuados de
nossa lingua, porem com cddigos
diferentes dos usados pelo micro.
Qualquer que scja o caso, esses
problemas podcm sempre ser
parcialmente resolvidos por
software, at raves de filtros de
impressao. Essa solucao,
obviamente, esta ao alcance do
usuario PROGRAMADOR, mas
nao do usuario leigo.
A maioria das impressoras
nacionais usam a tabela de
caracteres ABICOMP ou a ABNT,
nas quais estao incorporados os
acentos usados em nossa lingua. Os
MSX nacionais podem enviar dados
para a impressora em dois padroes:
o MSX e o ABNT. Portanto,
impressoras com tabclas ABNT
podem acentuar diretamente
quando concctadas ao micro.
Quanto aos caracteres graficos,
peculiares aos MSX, a solucao e
mais complexa. Apenas as
impressoras que permitem
redefinicao de fontes de caracteres
oferecem recursos para a solucao
desse tipo de problema. Na LADY
80 e na OLIVIA a solucao por
software e totalmente desnecessa'ria,
uma vez que elas possuem a
solucao incorporada em seu prdprio
firmware. Na Monica, a solucao e
a redefinicao de uma fonte de
caracteres com os desenhos dos
caracteres do MSX. Existe um
programa que faz exatamentc isso
listado no livro "Programacao
Avancada em MSX".
Com relacao aos recursos
graficos, podem surgir problemas
de compatibilidade entre o padrao
grafico usado pelo software e o
usado pela impressora.
Por exemplo, A Monica El-6011,
da Elebra, possui 9 agulhas de
impressao em sua cabeca, enquanto
FB.H=6,B*fl ¥=
GH-HE=*33VF=
fiB/PFWlT-
a EL-8000 02, da Ecodata, possui 7
agulhas. Os softwares graficos
normalmenie enviam bytes
completos para as impressoras, ou
scja, 8 bits. Na Monica esse
procedimento e o mais indicado e
nao apresenta problemas, Na
EL-8000-02 o software nao pode
enviar mais do que 7 bits de cada
vez e deve entao "quebrar" o byte
em ao menos duas partes (por
exemplo, uma de 7 e outra de 1
bit) e envia-las separadamente para
a impressora.
Criterios de avaliacao
Antes de adquirir qualquer
impressora e conveniente analizar
suas qualidadcs e limitacoes. A
seguir, vamos especificar alguns
criterios normalmentc validos para
uma boa analise.
Manual
Antes de mais nada, qualquer
produto deve oferecer ao usuario as
informacoes necessarias para seu
bom uso e desempenho. Essas
informacoes devem ser fornecidas
no MANUAL tendo em vista o
usuario tipico a que ele se destina.
Facilidade de operacao
A facilidade de operacao da
impressora e um fator importante
para o usuario, uma vez que se
traduz diretamente num menor
tempo de aprendizado e de
manuseio. Entre os muitos aspectos
a serem considerados, destacamos
os seguintes:
Alimentaqao do papel
E importante analizar o percurso
do papel antes e depois de ele
chegar a impressora. Em algumas
impressoras o papel entra pela
frente c sai por tras (Monica - pode
tambem cntrar por baixo!), em
outras, entra e sai por tra's (Olivia,
MTA-80, LADY 80. P720 XT).
Insercao
e retirada do papel
A colocacao e retirada do papel
(tanto formulario contmuo quanto
folhas soltas) e outro ponto a ser
observado. Em algumas impressoras
essa tarefa e quase uma operacao
de guerra!
Controles no painel
Chaves
de configuragao
do Hardware
Impressoras com hardware mais
versa til podem possui r diversas
configuracoes definidas por
pequenas chaves.
Visibilidade da impressao
Este aspecto e importante se voce
17
pretende ir lendo o tcxto cnquamo
cle e impresso.
Colocaqdo
e retirada da fita
F.sta e outra operacao que,
aparcntcmente simples, podc trazcr
problemas inesperados, deixando o
pobre usuario com "maos dc
mecanico" e cara de "Rambo" sem
conseguir instalar a fita.
Desempenho
da impressora
O desempenho e, normalmentc, o
aspecto mais visado pelos usuarios,
principalmente em funcao do
ntimero de CPS (caracteres por
segundo) fornecido pelo fabricante
e que e freqiiente e erroneamente
tornado por sinonimo de
"velocidade de impressao". O
desempenho de uma impressora e
um indicador mais correto de sua
"velocidade". O numero de CPS e
um valor tedrico NOMINAL da
capacidade de impressao da
cabe<,a, nao correspondendo a
velocidade real de impressao. Outra
observacao e que o desempenho
para imprimir textos pode ser
diferente na impressao de graficos.
Alguns fabricantes dotam o
firmware de suas impressoras de
recursos para minimizar o tempo
dc impressao. Por exemplo, se o
micro envia uma linha intcira de
espacos em branco, ao inves de
deslocar a cabeca de impressao de
um canto ao outro do papel,
depois retorna-la, para finalmente
avanc.ar uma linha, o firmware
analiza os caracteres (todos cm
branco) e apenas avanca uma
linha, economizando um bom
tempo! Esse recurso e chamado
BUSCA LOGICA.
A outra hipotesc que fizemos
sobre a impressora ideal (impressao
bidirecional com acclerac,ocs
instantaneas) nem sempre c valida.
Por exemplo, a GRAFIX MIA 80
imprime apenas da esqucrda para
a dircita, de modo que para cada
linha impressa devemos levar em
conta o tempo de retorno da
cabeca antes de se iniciar a
impressao da prdxima linha.
Estando o carro de impressao
parado, ao se deslocar, ele demora
algum tempo para ganhar
velocidade e, ao mudar de sentido,
perde tempo para frear e depois
para ganhar velocidade em sentido
contrario. Esses tempos influem no
desempenho final da impressora.
Obviamentc o desempenho das
impressoras bidirecionais costuma
ser melhor que o das
unidirccionais.
Recursos logicos
Os recursos logicos incorporados ao
firmware de uma impressora sao
fundamentais para o aumento de
scu desempenho. A seguir estao
descritos tres deles.
Busca logica
Consiste na analise previa dos
dados a serem impressos numa
linha para evitar a "impressao" dc
espacos em branco. Tanto a LADY
80 como a OLIVIA sao dotadas
deste recurso.
Minimizagao de percurso
Consiste na verificacao da distancia
horizontal entre a posicao final da
cabeca de impressao numa linha e
a primeira posicao na linha
scguinte para decidir pelo menor
deslocamento (da esquerda para a
direita ou vice-versa). Existe apenas
em impressoras bidirecionais (na
OLIVIA, por exemplo).
Retrocesso logico
Consiste na substituicao de uma
seqiiencia LETRA +
RETROCESSO + ACENTO pelo
caractere correspondente da propria
tabcla da impressora. Isso reduz o
tempo dc impressao da acentuacao
e torna a impressao mais lcgi'vel.
principalmente as letras maiusculas.
Este recurso existe na OLIVIA c na
Monica.
Buffer de impressao
Outro recurso que muitos
fabricantes usam em suas
impressoras e a manutencao de um
buffer (memdria) dc impressao
bastante superior a uma linha. Isso
se traduz numa diminuicao inicial
do tempo de liberacao do micro
pela impressora. Enquanto o buffer
nao ficar cheio, o micro podera ir
enviando dados para a impressora
sem ter que esperar termino da
impressao dos dados ja enviados (o
tempo gasto e apenas o tempo de
transmissao dos dados!!!). Uma
Monica El-6011, por exemplo, sai
de fabrica com cerca de 7 Kbytes
de buffer. Apenas para
comparacao, observe-se que em
uma pagina de formulario conti'nuo
cabem no maximo cerca de
80x66 = 5280 caracteres em
qualidade de dados! A OLIVIA
possui um buffer de 8 Kbytes e a
LADY 80 de 2 Kbytes.
Com a implementacao de
buffers, portanto, podemos definir
um outro parametro para a
impressora: o tempo inicial de
18
liberacao do micro. Esse intcrvalo
dc tempo so c valido no infcio da
impressao. For exemplo, se voce lor
imprimir ires ou quatro paginas de
icxto o tempo gasto PELO MICRO
sera hem pequeno, pois ele estani
enchendo o buffer e o desempenlio
aparente da impressora sera funcao
da velocidade de iransferencia de
dados. Sc voce for imprimir 20
paginas de texto de uma so vez,
apds o buffer ficar cheio o micro
passara a perceber apenas o
desempenho normal da impressora.
Mesmo im pressor as sem grandes
buffers de impressao podem
atualmcnte dispor desse recurso,
pois existem aparelhos (data
buffers) comercializados
individualmentc e que se conectam
dirctamente ao micro e a
impressora apenas para essa
funcao. Os DMA BUFFER'S
normalmente possuem de 64 Kbytes
para mais!
Recursos de impressao
Os recursos de impressao sao
fundamentals para usos que nao
sejam mcramente Iistagens de
programas ou relatdrios. Entre os
principals, destacamos os seguintes:
QUALIDADE DE DADOS,
CONDENSAgAO,
EXPANSAO, ENFATIZAQAO,
QUALIDADE DE CARTA,
SUBLINHADOS,
SOBRFSCRITOS,
SUBSCRITOS,
I'FALICO RESIDEN IE,
ESPAQAMENTO PROPORCMONAL.
REDEFINigAO DE CAR AC FERES.
MODOS CRAFICOS
c=*aav
Qualidade da
impressao
ObviameiUc, alem do desempenho
quantitative de uma impressora, a
qualidade de suas impressdes
tarnbem deve pesar na bora da
escolha. A qualidade e funcao de
diversos parametros, dentre os quais
ressaltamos os seguintes:
Tamanho da matriz
de pontos (resolucao)
A maioria das imprcssoras formam
os desenhos dos caracteres atraves
de pontos. Cada caractere e
desenhado dentro de uma matriz
de linhas e colunas, sendo que
quanto mais linhas e colunas ela
tiver, mais precisos serao os
caracteres impressos.
Tipo de fita
Fitas com grande area de exposi<;ao
(com gabinete fixo) sccam mais
rapidamente que fitas de pequena
area exposta (gabinete movel).
Durabilidade
Este fator e de importancia mais do
que dbvia. Entretanto e de difi'cil
avaliacao. A parte externa da
impressora podc ser avaliada com
uma certa facilidade e sua parte
eletro clctrdnica nao costuma ser
muito diferenle nos diversos
modelos. As partes eletro-mecanicas
sao as mais sensfveis e as mais
dificeis de serem avaliados. Um
aspecto imporlante a ser abservado
c a durabilidade da cabeca de
impressao.
Uso continuo
Muitas impressoras oferecem serias
limitacdcs quanto ao tempo de
funcionamento ininterrupto. A
cabeca de impressao se aquece
bastante durante seu
funcionamento e se nao dissipar
calor com velocidade suficiente
pode comprometer a qualidade da
impressao ou sofrer danos
irreparaveis. P r isso nao e muito
conveniente submetcr sua
impressora a longos pen'odos de
funcionamento.
Outros parametros
Outros parametros mais evidentes e
faceis de serem analisados sao:
NUMERO DE COLUNAS DE
IMPRESSAO, PRECO,
DIMENSOES, PESO
Compatibilidade
e versatilidade
A compatibilidade da impressora
com os sistemas mais comuns
encontrados no mcrcado tambc"m
deve ser levada cm conta. Hoje
voce tern um MSX, mas amanha
podera ter um Machintosh e sera
que a impressora ainda vai scrvir?
A compatibilidade e fundamental,
mas a versatilidade tambem.
Normalmente, a solucao oferecida
pelos fabricantes c o chavcamento
de caracteristicas espeefficas no
prdprio hardware de suas
impressoras.
Alguns fabricantes dotam suas
19
impressoras com acentuacao ou
tabela de caractcrcs totalmente
compatfvcl com uma determinada
linha dc micros. Essa
compatibilidade pode scr fcita por
hardware, por software e podc scr
pcrmancntc ou rcprogramavel pelo
usuario.
Assistencia tecnica
Quando sc compra um
equipamento e fundamental
informar-se sobre a rede de
assistencia tecnica oferecida pelo
fabricante. As vezes, nem importa a
quantidade de postos mas sim a
velocidade e a qualidade do
atendimento. Se voce estiver em
Fernando de Noronha com sua
impressora e pifar o motor de passo
do tracionamento de papel, qual a
solugao oferecida pelo fabricante?
Isso e fundamental!
Qual e a melhor
impressora? ? ?
A melhor impressora e a que
melhor se adapta as suas
necessidades. F.m outras palavras, e
aquela que Ihe oferece a menor
razao CUSTO/BENEFICIO
especi'Fica para as suas necessidades.
Se voce tern dinheiro sobrando,
mesmo que nao precise, pode
adquirir uma impressora robusta.
veloz, com todos os recursos Idgicos
por software e por hardware que
descrevemos, modo grafico,
caracteres redefini'veis etc.
Se o seu orcamento e o do
usuario brasileiro ti'pico, sera muito
convenicnte voce se limitar as suas
necessidades c, para satisfaze-las,
optar pelo modelo que Ihe sair
mais em conta.
Conlinua na pag. 29
Transforme o seu MSX em
(t
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A
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o
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&
MENU CAIXA DE FERRAMENTAS
Com o INPUTMOUSE 6 muito facil dosenhar, fazendo graficos e
esguemas MSX. Na compra do seu INPUTMOUSE voce recede, em
carlucho, o incrfvel programa "cheese", que permite o desenho livre
ou de qualquor figu'ra geometrica, com perfelcao e rapidez. Tudo sem
locar nas teclas do micro. Alem disso o INPUTMOUSE serve como
joystick e ate mesmo para crlar programas em Basic oompativeis
com o Mouse.
Sim! Estou enviando um cheque de n.°
e valor
Nome
enderego
cidade
estado
CEP
'14.550,00 frete incluso
a INPUT DIGITAL S.A.
LtNHAS RETAS
Cnaimhasretas.
LINHASCONTlNUAS
Oesenha linhas livros
conlinuu.
RETANGULOS
Oeseririd reiungulos
ClRCULOS
Oesenha ci'Culos
COLORIR
Plnia uma area
delimit ad a
COR DO LAPIS
Muda a cor do lapis
e do imcaIo
LIMPA A TELA
Limpa toda a tola
ESPELHOS
C'ut pianos de
suneiria.
TROCA CORES
Troca as core*
ulili/adas.
AMPUACAO
Amplm uma pane
da tela
MOV. PLANOS
Mavime.it a* a tola
noseuosXeY
LOAD
Carreflacomum
dosenlio ar majenado
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TEXTO
Permne
LINHAS TRACEJAOAS
D ci on il,? Imhas
lives tracejadas
RETANGULOS PINTADOS
Doscnha retangulos
com a cor deaejarla
ELIPSES
Oe&enha elipses
PREENCHER
Preenche com cor uma
area del imiteda.
COR DO CURSOR
Muda a co« do
cursor
COR DA BORDA
Muda a area
externa da tola
MOVIMENTACAO MENU
Miwimenta a menu
pelatela
ESPESSURA DO TRACO
Seteaona aespessura
do Ira cd
REPETICAO
Repeie uma pane
da tela
IMPRESSAO
Impf ime no papel o que
esta na tela
INPUT DIGITAL
Rua Jose Abcanles. 157 - CEP 04766
Tel. (0111 523.7901 SSo Paulo SP
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£s tou a° exa te 1etenV» a
Use os
Servicos de
Nosso
Banco
Instantaneo
GAMA TELE SOFT
O primeiro banco
de software micro a micro
Agora de qualqucr lugar do pais, voce podc gravar o programa
que quiscr dircio no seu disco. Tudo isso, instanlaneamenle, com
um simples lelefonema para a Gama Tele Soft.
I^ra i.ii ill i, basia ler o MODEM — se nao liver, nos Ihc
fornecemos, e utilizar nosso TTMM, um programa que garante
seu acesso dircto a lodo nosso banco de software micro a micro.
Esle programa exclusivo tern mais duas vantagens: o preco, ou
seja, voce tern um programa completo pelo terco de seu custo; e
as facilidades de acesso: gracas aos dois plantoes de servico, o
primeiro apos 20 horas, e o segundo apos 23 horas.
Nao dcixc de participar instantaneamente de mais essa evolucao da
informatica.
SOFT Um catalogo-jornal com tudo que Ihe interessa
sobre o seu MSX (I e 2), com dicas incriveis, pro-
moeoes incditas, macetcs de seu micro c a lista de software
mais cobieada do Brasil e mais de como se inscrevcr no
PRIMEIRO CURSO DE BASIC POR CORRESPONDENCE
DO BRASIL.
UhrF Voce que mora no interior e lem que se virar em
mil para adquirir um simples joystick, ja sabe
onde rccorrcr. PERIFERICOS DE TODAS AS I.1NHAS para
atender a sua necessidade a venda pelo sistema postal, veja
tambem nossa tabela de suprimentos com formularios
continuos, etiquetas e tudo o mais de sua necessidade, e na
quantidade certa.
GAMA
Rua Dr. Walmir Pec-anha, n? 64, sala 310, Tel. (0242) 52-0687, de segunda a sabado
no horario comercial. Se voce preferir, escreva-nos para Caixa postal 94368 - CEP
25800 - Tres Rios • RJ.
O Spitfire MK VI
O projeto de
desenvolvimento deste aviao
foi um trabalho conjunto da
For^a Aerea Real e da
industria britanica sendo
que foi conduzido sobre o
m'aior sigilo possfvel pois
tanto o governo quanto a
indiistria britanicos sabiam
que este aviao teria a
capacidade de modificar o
destino da Segunda Guerra
Mundial.
Ele foi desenvolvido a
partir de um MK Vb sendo
que uma das suas principals
alteracoes foi a troca do
motor antigo por um
MERLIN 47 que podia Ihe
proporcionar uma potencia
de 1.450 hp.
Sem sombra de diivida
este aviao foi um dos
motivos (quica o principal)
da derrota alema na
Segunda Guerra.
23
O programa
Agora que ja conhecemos
um pouco do aviao que
iremos pilotar vamos
conhecer o programa.
Ao ser carregado, o
programa se detera na tela
inicial onde voce selecionara
qual o tipo de diario que iri
usar. A opcao superior se
destina a usar um diario
novo.
A opcao inferior se
destina a utilizar um diario
gravado em fita com dados
referentes a quantidade de
horas de voo, medalhas e
vitdrias que voce tern
(calma, logo explico como
voce podera gravar seus
voos).
Para selecionar a opcao
(agora ou nos outros menus)
use as setas cursoras ou o
joystick para mover o cursor,
e o botao de tiro ou a tecla
SHIFT para selecionar. Se
voce tiver dados gravados em
fita, devera" digitar com qual
nome foi feita a gravacao,
pressionar RETURN e em
seguida o botao de tiro (ou
SHIFT).
Os seus dados serao
carregados em seguida,
mostrando um novo menu.
Neste menu voce devera
selecionar qual o piloto que
vai usar. Depois de
selecionado o piloto,
aparecera" na tela uma ficha
com os dados de voo na
qual aparecerao o nome do
piloto, sua classificacao,
quais as medalhas ganhas, o
niimero de horas e de
vitdrias que ele tern. Apds
selecionar o piloto, voce
deveri escolher qual o tipo
de simulacao que ira fazer.
Existem tres tipos de
simulacao:
• PRATICAR
• COMBATER
• PRATICA DE COMBATE
PRATICAR.
Nesta opcao voce devera
decolar da pista de pouso,
pilotar seu aviao e retornar
sem ter de combater inimigo
algum.
Esta opcao e indicada
para quern quer aprender a
decolar ou a pousar, e a
usar os instrumentos do
COMBATER:
Aqui voce fara um voo
completo, tendo de decolar
da pista, voar para o angulo
a distancia e altitude
indicadas em uma
mensagem mostrada antes
de decolar, abater os
inimigos e voltar a base
pousando em uma das
pi st as.
PRATICA DE COMBATE:
Esta opcao se destina a
adquirir nocoes sobre tatiras
de manobras aereas.
Voce comeca a simulacao
no ar tendo de abater (odos
os inimigos que surgirem.
Agora que ja conhecemos
como escol nemos o tipo de
simulacao vejamos:
O painel de
instrumentos
O painel de instrumentos
esta' representado na pagin I
central. Vejamos o que e
cada um daqueles
"reloginhos".
significa UP (levantado),
"D" significa DOWN
(abaixado).
Ao lado do indicador de
combusti'vel nds temos um
instrumento que marca a
velocidade do aviao em
MILHAS POR HORA
(MPH). Perceba que a
marca em vermelho e a sua
velocidade de STALL (tenha
cuidado quando voar em
vclocidades abaixo desta
marca).
O proximo indicador e o
seu horizonte artificial. Com
ele € possfvel saber se
estamos nivelados, se esiamos
realizando uma curva ou se
estamos de cabeca para
baixo.
Ao lado destcA temos
indicador d* sub id a o\
descida mostfenda cor
velocidade sufl|imo*ou!
rotacdes do motor por
minuto (RPM).
Abaixo dele encontramos
dois indicadores:
• TREM DE POUSO
(vermelho = levantado,
verde = abaixado)
• BRECOJES
( vermelho = acionado,
verde = livre)
O proximo instrumento e o
indicador de deslocamento
lateral do aviao, que permite
voce se orientar sobr^a.
dyredao quefo aviao^St^
iacl/nadb el
painel.
Vamos iniciar com o
mostrador localizado na
posicao superior direita (os
demais serao explicados
rotacionando no sentido
horario). Ele € o seu
indicador de combusti'vel.
Dificilmente voce caira por
falta de combusti'vel,
portanto, nao se preocupe.
Acima dele se encontra
um botao que tern a forma
de uma alavanca com a
letra "U". Este controle e o
indicador de flaps, "U"
descemos (em 1.000 pt?s por
minuto). Quando o
indicador esta posicionado
para cima, sobre o niimero
2, representa uma ascencao
de 2.000 pes por minuto.
No canto superior direito
encontramos o tacometro,
indicador do niimero de
conseqiientemente, a direcao
para onde voce esta" indo.
A seguir temos o
giroscdpio, espe"cie de
biissola que permite lhe
dizer para qual angulo sua
nave se dirige.
Ao lado do giroscdpio
temos o altfmetro,
fundamental quando
estamos em combate, pois
indica a quantos pes sua
nave se encontra do chao.
No canto inferior
esquerdo temos o indicador
de inclinacao da aeronave.
Atraves dele 6 possfvel
vermos se o aviao esta
descendo ou subindo. Deve
24
ser usado cm conjun?ao ao
horizonte artificial.
Como ultimo instrumento
existe o indicador do lcme
lateral, que deve ser usado
junto do indicador de
deslocamento lateral. Elc
i-si.i localizado no meio do
painel entre o horizonte
artificial e o giroscdpio.
Ufa, terminamos com os
instruments!
Controlar o aviao
Os movimentos do aviao
terao de ser controlados com
stick (ou as teclas
e o teclado. O stick
rolara o v6o do seu
SPITFIRE, enquanto que o
tecl^KJcontrolara o motor,
>reques etc.
jamos quais as teclas
sad a.
B
M
D = ABAIXADO
(veja a letra no
indicador)
• Levanta ou
abaixa o trem de
pouso (landing
gear) mudando a
cor do indicador
de verde para
vermelho
-Aciona ou libera
os breques
-Alterna a tela
onde voce estava,
controle do aviao (com o
painel e os instrumentos de
voo).
Existe outra tela onde
veremos a pista, o solo, a
inclinaqao do aviao e
principalmente sens
inimigos.
Voce pode a qualquer
instante alternar a tela em
uso pressionando a barra de
espa$o. Experimente.
Vamos agora realizar um
exercfcio pritico.
Finalmente
voando!
Vamos realizar um voo
simulado, ensinando voce a
usar os instrumentos passo a
passo.
Quando a musica e a tela
iniciais aparecerem,
pressione a tecla SHIFT (ou
o botao de tiro) selecionando
a opcao superior.
Selecione um dos pilotos
usando as setas cursoras
"SOBE" e "DESCE" e a
tecla SHIFT. Em seguida,
aparecera" um ficha com os
seguintes dados:
NAME
RANK
MEDAL
HOURS
VICTORIES
: NOME DO
PiLOTO
ESCOLHIDO
: FLYING
OFFICER
0.0
llustracao - Cortesla L,
If-fH'g
~*T 'L****"
W^
pelo mapa,
mostrando uma
parte da
***'
Inglaterra e o
seu avilo
Tecla
Efeito
N
— Fornece um
obtido
zoom da posicao
onde esta o aviao
Q_
— Aumenta a
(cada vez que
potencia dos
esta tecla €
motores fazendo
pressionada
com que o aviao
aumenta-se o
aumente a
zoom)
velocidade
Z
— Inclina o leme
(aumenta as
para a esquerda
RPMs)
X
— Inclina o leme
w
— Diminui a
para a direita
potencia dos
SHIFT
— Dispara as
motores fazendo
metralhadoras
com que o aviao
Espa^o
— Alterna a tela de
diminua a
controle e de
velocidade
combate
(diminui as
RPMs)
O que?
Tela de controle e de
F
— Alterna as
combate? O que e isto?
posicoes dos
flaps, sendo
Ate agora havfamos apenas
U=LEVANTA-
visto as
telas iniciais (com os
DO e
menus
ie opcao) e a tela de
25
T ec^
V^^^e*-
dos
^evas"
^^ce^^^
^"fir
"SmS*^***
:spFi^^c»»» c,v
^S*o5S**
Da**' pa&» (
C o«« ote fo** as '
-~-^oS ^^^Sagsfce tea* '
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w*^?^^
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pau\°
fcl*°
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reQO
-rst-ce^ 05
,..-~"-~oe
*s«yo
pec
tf
~*z&a&*
B fc\><^" P POU- o(JoS os^ 60 o.(
Perceba que nao ha
medalhas, horas de voo ou
vitdrias.
Escolha qual simulacao
voce quer fazer da mesma
forma.
No nosso caso usaremos a
scgunda opcao (COM BATE).
Aparecera na tela um outro
menu dizendo possivelmente
o seguinte:
ENEMY RAID SCRAMBLE
BANDITS : 4
INTERCEPT: 5 MILES
BEARING : 99
HEIGHT : 6,000
TALLY HO!
Isto tudo quer dizer que
existem quatro avioes
inimigos para serem
abatidos, sendo que eles
estao a 7 milhas dc
distancia, a 5.000 pes de
altitude e em um angulo
(referente ao girosedpio) de
99 graus.
Pressione o botao de tiro
(ou SHIFT) para iniciar a
batalha.
Finalmente, vemos o
painel de voo com os seus
instrumentos. Pressione a
barra de espaco para poder
ter uma visao da pista.
Pressione espaco novamente
para voltar a cabine.
Agora, vamos voar!
Aumente a potencia dos
motores (TECLA Q) ate o
maximo. Aguarde alguns
instantes para que os
motores se aquecam. Soke
os breques (TECLA B). Voce
podera ver que a velocidade
do aviao comegara a
aumentar gradativamente.
Espere que ela chegue a
mais ou menos 120 ou 130
MPH e puxe o manche para
tras (cursor ou stick para
baixo).
O aviao comecara a subir.
Observe no painel o
indicador de subida ou
descida. Veja que ele deve
estar com a agulha para
cim.a de preferencia entre os
mimeros 2 e 3. Isto
representara uma taxa de
subida de mais ou menos
3.000 pes por minuto (em
um minuto voce subira
3.000 pes). E hora de
subirmos o trem de pouso
usando a tecla "G". Observe
no girosedpio o seu angulo
de direcao. Ele deve estar
em grau. Os nossos
inimigos estao em 99 graus
(no exemplo). Portanto
28
devemos nos inclinar para
esta direcao. Para ver a sua
posicao e a do inimigo
pressione a tecla "M" (voce e
o aviao cheio. o inimigo, o
aviao vazado).
Vire seu aviao para a
direcao indicada e deixe-o
subir ate a altitude de 6.000
pes. Pronto. Estamos a 6.000
pe"s de altitude, a 5 milhas
da pista, em um angulo de
99 graus.
A linica coisa agora e
COMBATER. Saia da tela
de controle para a de
combate e procure seus
inimigos. No nosso exemplo
existem quatro avioes
alemaes para serem
abatidos, portanto, tao logo
voce veja um ponto a sua
frente, tente coloca-lo em
sua mira e abata-o,
disparando tiros com sua
metralhadora, pressionando
a tecla SHIFT.
Tao logo voce abata o
primeiro, o segundo poHera"
aparecer na sua frente ou
nas suas costas.
Para saber se ele se
enconira amis de voce, e" sd
fazer uso do espelho
retrovisor da cabine (bem
pensado, nao?).
Depois que voce conseguir
abater todos os quatro
avioes, e hora de descer.
Direcione seu aviao para a
pista e comece a descida.
Quando seu aviao estiver
bem proximo do solo, desga
o trem de pouso com a teel
"G" e acionc os breques co:
a tecla "B". Cuidado agora,
pois se voce estiver descendo
muito rapido. caira no solo e
morrera.
Apds conseguir pousar na
sista e desligar os motores
do aviao, voce ouvira a
musica do infcio e a
pergunta se voce quer grava
" diario.
Sem pensar duas vezes,
escolha a opcao "sim" e
o diario de voo. Digite o
nome com o qual sera
gravado e pressione o botao
de tiro para iniciar a
gravacao. Pronto. Seu piloto
ja tern quatro vitdrias e
alguns minutos de voo. Da
prdxima vez que voce for
voar, use esta gravagao (ou
outra mais atualizada) para
iniciar o diario de voo.
Vejamos agora algumas
dicas que lhe serao uteis.
Dicas
A primeira e mais
importante delas c que o seu
aviao foi projetado para
pousar em qualquer
superffcie e nao apenas na
pista.
Portanto nao e necessario
pousar exalamente na pista.
Pouse em qualquer lugar e
voe ate" la. No solo voce
pode alcangar ate" mais de
150 MPH!
Uma boa tatica de
combate e" subir
aproximadamente 500 pes a
mais do que a altitude dos
inimigos.
Quando voce estiver para
entrar em combate, fara" um
voo rasante sobre eles
pegando fatalmente um
deles pela frente. E mais
facil realizar um voo com os
instrumentos e sd trocar
para a tela de combate
quando for lutar.
Uma forma infalfvel de
abater um aviao que se
encontre nas suas costas e
comecar a subir
rapidamente. quando voce
comecar a perder
velocidade, vire seu aviao
para baixo e procure seu
inimigo. pois esta manobra
geralmente faz com que o
aviao que vem atra"s - por
ter mais velocidade — passe
por voce, ficando uma presa
facil na sua frente.
Existem '"normas" que
devem ser seguidas para um
voo perfeito. Entre elas
citamos:
• Nao levante o trem de
pouso quando voce estiver
no solo — isto destruira o
aviao.
• Nao use os flaps quando
sua velocidade for superior a
140 MPH.
• Nao abaixe (ou deixe
abaixado) o trem de pouso
quando sua velocidade for
superior a 150 MPH.
Quando voce realizar uma
das duas opedes acima,
soara um sinal sonoro,
avisando-o de que algo esta
errado. Certifique-se do que
esta" acontecendo.
Acreditamos que com
estas dicas voce podera
utilizar este MEGA GAME
que e o SPITFIRE 40.
No proximo mes
estaremos publicando um
mapa e a solucao de um
jogo que e super difi'cil e
que, temos certeza, voce vai
gostar.
Escreva-nos dizendo quais
os jogos que voce gostaria de
ver publicados.
Afinal, este e nosso
objetivo, estar cada vez mais
ao lado do leitor.
Continuuvao da |
Comentarios
dos fabricantes
MONICA EI6011 e EI6031
As imprcssoras da linha Monica sao
bastante robustas c resistcntes. Desdc
seu lancamento, nao tern concorren-
tes quanto a qualidadc de impressao
de tcxtos. Foram as primeiras impres-
soras a permitirem total compatibili
dadc dc acentuagao e dc caracteres
graficos com micros MSX, gracas a
possibilidade dc redefinicao das suas
tabelas de caracteres.
80 colunas (EI6011) ou 132 colunas
(EI6031)
Impressao bidirecional.
Busca ldgica.
Percurso Minimizado.
Retrocesso Ldgico.
Qualidade de dados:
Matriz de pontos: 9 linhas x 7 colunas.
Condensacao.
Expansao.
Condensado- Expandido
160 caracteres por segundo.
Qualidade de carta:
Matriz de pontos: 16 linhas x 50
colunas.
25 caracteres por segundo.
Caracteres redefinidos:
Maximo: 160 caracteres.
Matriz de pontos: 16 linhas x 50
colunas.
25 caracteres por segundo.
Redefinicao por software.
Usa o buffer dc dados (ate 8 Kbytes!)
Modo grdfico:
Padrao Epson.
Densidade maxima: 10800 pontos por
polegada quadrada.
Acentuacao:
Padrao ABICOMP Internacional.
Padrao ABICOMP Brasil/Portugal.
Podem scr criados outros padrocs por
software, atraves da redefinicao de
caracteres.
Opcionalmente, todas as assistencias
tecnicas da ELEBRA fazem gratuita-
mentc a conversao do firmware para
padrao ABNT, usado pelos MSX.
Caracteres MSX:
Nao possui.
Podem ser criados por software. A Mo-
nica foi a primeira impressora nacio-
nal a imprimir todo o conjunto de ca-
racteres MSX, usando-sc para isso uma
fonte de caracteres redefinidos.
Manual:
Deficiente para o usuario leigo (exige
"doutorado em computes").
Bom para o programador.
Rico em informa^oes.
Alimentacdo:
Tragao (formulario) ou fricgao (folhas
soltas).
Duracdo da cabeca de impressao:
Mmimo 100000000 dc caracteres na
6011.
Mi'nimo 300000000 de caracteres na
6031.
Buffer:
8 Kbytes.
OLIVIA EI3030
Mesmo tendo em linha as impressoras
Monicas, a ELEBRA dcsenvolveu a
OLIVIA, um projeto inteiramente no-
vo, compati'vel por hardware e por
software com micros MSX, IBM -PC,
TRS-80 e APPLE. A OLIVIA possui
mais recursos dc hardware e firmware
que a Monica, mas e bem menos ro-
busta e a qualidade de suas impressoes
tambe"m e inferior a das Monicas.
132 colunas
Impressao bidirecional.
Busca ldgica.
Percurso Minimizado.
Retrocesso Ldgico.
29
Qualidade de dados:
Matriz dc pontos: 9 linhas x 9 colunas.
Condensacao.
Expansao.
Condeiisado- Expand i do
100 caracteres por segundo.
Qualidade de carta:
Matriz dc pontos: 16 linhas x 24
colunas.
20 caracteres por segundo.
Ca ra etc res re dejin id as :
Maximo: 160 caracteres.
Matriz de pontos: 16 linhas x 50
colunas.
20 caracteres por segundo.
Redefinicao por software.
Usa o buffer tie dados (ate 8 Kbytes!)
Modo grdfico:
Padrao Epson.
Densidade maxima: 34560 pontos por
polegada quadrada.
Acentuacdo:
Chavcavcl por hardware atraves de
micro-chaves seguida de rhavcamen-
to por software.
Padrao ABICOMP Internacional.
Padrao ABICOMP Brasil Portugal.
Padrao ABNT.
Padrao MSX.
Padrao IBM PC.
Padrao TRS-80.
Podem ser criados outros pad roes por
software, atraves da redefinicao de
caracteres.
Caracteres MSX:
Possui todo o conjunto de caracteres
do MSX.
Podem ser gerados por software atra-
ves da redefinicao de caracteres.
Manual:
Pouco deficientc para o usuario leigo
(exige "mestrado e computes").
Muito bom para o programador.
Rico em informacoes.
Alimentafdo:
Tracao (formulario) ou friccao (folhas
soltas).
Duracdo da cabeca de impressao:
Mmimo 50000000 de caracteres.
Buffer:
8 Kbytes.
LADY 80
Ksla e, talvez. a melhor impressora ja
desenvolvida pela EIjGIN. do ponto de
vista do produto como um todo. Alem
da extrema compacidade da LADY
80, destacam se nela algumas inova-
coes como a presenca de um modo de
impressao com espacameruo horizon-
tal proporcional ( e a unica a possuir
esse recurso!) c um modo de impres-
sao em HEXADECIMAL, que se pres
ta bastante a analise de softwares que
acessam a impressora mas com padrao
desconhecido.
80 colunas
Impressao bidirecional.
Busca Idgica.
Qualidade de dados:
Matriz de pontos: 9 linhas x 9 colunas.
Condensagao.
Expansao.
Condcnsado-Expandido
100 caracteres por segundo.
Qualidade semelhanle a carta:
Matriz de pontos: 9 linhas x 9 colu-
nas com micro- deslocamento vertical
e dupla passagem.
20 caracteres por segundo.
Ca racte res redefinidos:
Matriz de pontos: 9 linhas x 9 colu-
nas com micro-deslocamento vertical
e dupla passagem.
20 caracteres por segundo.
Redefinicao por software.
Usa o buffer de dados (ate 2 kbytes!)
Fonte Elite:
Matriz de pontos: 9 linhas x 9 colu-
nas com micro-deslocamento vertical
e dupla passagem.
Residente no firmware.
Selccionavel por software.
Modo grdfico:
Padrao Epson.
Densidade maxima: 34560 pontos por
polegada quadrada.
Acentuacdo:
Chavcavcl por hardware e por
software.
Padrao ABICOMP Internacional.
Padrao ABNT.
Padrao IBM-PC.
II sub-conjuntos de caracteres de ou-
tras h'nguas (japones, noruegues etc.).
Podem ser criados outros padroes por
software, atraves da redefinicao de
caracteres.
Caracteres MSX:
Possui todo o conjunto de caracteres
do MSX.
Podem ser gerados por software atra-
ves da redefinicao de caracteres.
Manual:
Deficientc para o usuario leigo (exige
"mestrado em computes" e paciencia
para procurar as informacoes).
Bom para o programador.
Alimentacdo:
Tracao (formulario) ou friccao ( folhas
soltas).
30
Duracdo da Cabeca de impressao:
Mfnimo 50000000 de caractcres.
Buffer:
2 Kbytes.
GRAFIX MTA 80
A GRAFIX MTA 80 foi a primeira im-
prcssora nacional a resolver de forma
imediata o problema da acentuagao
para os usuarios leigos, pois foi dota-
da de uma tabcla de caractcres ABNT,
presente nos MSX. Nao c nem muito
rapida e nem muito robusta, mas
presta-se com eficiencia aos usuarios
domesticos. Se fosse acompanhada de
urn manual mais decente poderia scr
muito mais bem aproveitada.
80 colunas
Impressao unidirecional.
Qualidade de dados:
Matriz de pontos: 9 linhas x 9 colunas.
Expansao.
80 caracteres por segundo.
Modo grdfico:
Padrao Epson.
Densidade maxima: 34560 pontos por
polegada quadrada.
Acentuacdo:
Padrao ABNT.
Caracteres MSX:
Nao possui caracteres graficos especi'-
ficos do MSX.
Manual;
Muito deficiente para o usuario leigo.
Muito deficiente para o programador .
I'obre em informacoes.
Alimentacdo:
Friccao (formulario e folhas soltas).
Duracdo da cabeca de impressao:
Mi'nimo 50000000 de caracteres.
Buffer:
2 Kbytes.
^^ 00 ~
P 720 XT
Esta e uma impressora cujas caracte-
n'sticas sao direcionadas para situacoes
que exigem grande velocidade e gran
de volume de impressoes. A P 720 XT
foi desenvolvida para micros da linha
PC, mas pode ser conectada aos MSX.
O maior problema sera a aquisicao de
um cabo com terminais (nao muito co-
muns) que encaixem na impressora.
Infelizmente. o que mais chama aten
cao nesse produto. depois do tamanho,
e o pessimo manual que o acompanha.
132 colunas
Impressao bidirecional.
Busca Idgica.
Pcrcurso minimizado.
Qualidade de dados:
Matriz tie pontos: 8 linhas x 9 colunas.
Condensa^ao.
Expansao.
CondensadoExpandido
250 caracteres por segundo.
Qualidade semelhante a carta:
Matriz de pontos: 14 linhas x 9
colunas.
55 caracteres por segundo.
Fonte itdlico:
Matriz de pontos: 8 linhas x 9
colunas.
Residentc no firmware.
Selecionavel por software.
Modo grdfico:
Padrao Epson.
Densidade maxima: 34560 pontos por
polegada quadrada.
Acentuacdo:
Possui caracteres acentuados da lingua
portuguesa.
Caracteres MSX:
Nao possui o conjunto de caracteres do
MSX.
Manual:
Muito deficiente para o usuario leigo
(exige "doutorado em computes").
Muito deficiente para o programador.
Pobre em informacoes.
Alimentacdo:
Tracao (formulario).
m
31
MSX
Esta secao e formada por alguns pro-
gramas que poderao ser digitados e
usados por voce.
Sao programas de todos os tipos:
aplicativos, utilitarios, jogos e educa-
cionais.
Esperamos que eles atendam as suas
expectativas quanto ao conteudo, a fa
cilidade de compreensao e de digit a
cao e, principalmente, a confiabilida
de.
Esperamos tambem que voce par-
ticipe desta secao, por meio de crfti-
cas, sugestoes e principalmente, envio
de colaboragoes.
Afinal, a revista e sua, nao so do la-
do de fora, quando voce a esta lendo,
como tambem do lado de dentro, na
nossa companhia, ajudando a escre-
ve-la.
Mostraremos a seguir, por meio de
um exemplo, como € que apresenta-
mos os nossos programas.
Editor de textos simples
Alvaro A. L. Domingues
Um editor de textos e um programa
que permite digital", corrigir e arma-
zenar textos.
Para voce ter uma ideia da poten-
cialidade de um editor de textos, este
artigo, bem como outros desta revista
foram escritos num processador de tex-
tos em um micro MSX.
O programa que apresentaremos e
uma simplificaclo de um processador
de textos, mas ja e suficiente para que
voce escreva uma carta a seus amigos.
Simplificamos ao maximo, ja que
um programa deste tipo de nfvel pro-
fissional e muiifssimo extenso, esca-
pando aos propositus deste artigo.
Mas o que faz o nosso programa?
Ele e um editor de linhas, que fun-
ciona de modo bastante semelhante ao
editor de linhas do BASIC do CP/M
e das maquinas compatfveis com
TRS-80, um dos ancestrais do MSX.
Um editor de linhas como este per-
mite que sejam introduzidos textos li-
nha por linha. Cada linha deve ser in-
troduzida ou editada (corrigida) em
separado.
Podemos dividir o programa em tres
fases distintas:
a) introdu^ao dos dados
Inicialmente devemos escolher o nu-
mero maximo de linhas e de colunas
(caracteres por linha) que iremos di-
gitar.
O simbolo ** , seguido por um nume-
ro. Este numero indica mimero da li-
nha corrente, aquela que estamos di-
gitando. Podemos digitar a frase que
desejamos. Pressionando-se a tecla
ENTER , finaliza-se a linha.
O programa prossegue incrementan-
do um a cada nova linha.
b) modo de correcao
Se o numero de colunas (numero de
caracteres na linha) for maior do que
o escolhido, o programa avisa que a
linha e muito grande e entra automa-
ticamente no modo de correcao.
Podemos entrar no modo de correcao
no infcio de qualquer linha, digitan-
do H , seguido pelo numero da linha
que desejamos corrigir e por EN-
TER .
Podemos entao ver o conteudo desta
linha, deletar caracteres, troca-losou
acrescentar novos.
A maneira de como fazer isso c mos-
trada pelo prdprio programa (ele c" au-
to explicativo).
c) Impressao do texto
O texto e impresso de duas maneiras:
1) apds termos digitado a ultima linha
2) apds termos digitado no infcio de
qualquer das linhas a palavra FIM em
caracteres maiusculos.
Nao colocamos uma opgao para ar-
mazenamento dos dados. Faremos is-
so numa prdxima oportunidade, acres-
centando uma rotina de gravacao a es-
te programa.
Digite o programa e maos a obra!
foSSSSS$SSSShSSS&
1 1 1 ri 1 1 1
i r
;p»
1 . 1 . 1. 1 i t i .r ;? t i i i ' I
1 1 1 1 1 1
• l
'smmm
32
10 REM EDITOR OE TEXTOS SIMPLES
20 CLSiKEY OFF
39 PRINTsPRINT TA8(5) "U« Editor de Text
os Siwles*
48 PRINT
58 CLEAR 5000
60 INPUT "8UAL NOMERO MAXIMO DE LINHAS
";LL •
70 INPUT "8UAL NOMERO M/SXIMO DE COLUNA
S";N
80 IF (N*LL>>5000 THEN PRINT:PRINT "Muit
o grande (colunas X linhas (=5088). ":PRI
NT:PSINT"Pressione qualquer tecla para c
ontinuar":A4=INPUT4(l):CLS:G0T0 60
90 PRINT "INTRUCoES"
100 PRINT:PRINT "Introduza as linhas una
a una.
110 PRINT:PRIflT "Se ocorrer um erro en u
■a delas, ela podera ser corrigida digit
ando se o si'nbolo H, seguido por seu nun
ero."
120 PRINT:PRINT"Digite fin para parar."
130 PRINT
140 FOR X=l TO LL
150 PRINT"#";X
160 LINE INPUT Ai(X)
170 IF LEFTI(AI(X),l)="lt" THEN 60SUB 100
180 IF AI(X)="FIM" THEN CLS:GOTO 210
190 IF LEN(A4(X))>N THEN PRINT"linha mi
to grande":PRINT:Y=X:X=X+l:C=l:GOSUB 100
200 NEXT X:X=X-1
210 REM Inpressao
220 PRINTUNPUT "Deseja uaa saida na imp
ressora(s/n)";AI
230 FOR B=l TO X-i
240 PRINT TA8(5):A4(B)
250 IF A4="S" OR A4="s" THEN LPRINT TAB(
5);A4(B)
260 NEXT B
270 END
1000 REN rotina de correcao
1010 IF LEN (A4(Y)K=N THEN Y=VAL(RIGHT4
(A4(X>, LEN(AKX))-!))
1020 REM selecao de op;oes
1038 PRINT:PRINT
Selecione: 1-introduzir a linha de novo
2-correcao": INPUT AS
1040 A=VAL(A4>
1050 IF A<i OR A>2 THEN 1028
1060 CLS:PRINT "Editando linha";Y
1070 ON A GOTO 1080,1100
1080 PRINT:AS(Y)="":PRINT "INTRODUZA A L
INHA NOvAMENTE":PRINT:LINE INPUT AKY)
1090 X=X-l:IF LEN(A4(Y)K=N THEN RETURNE
LSE PRINT "linha nuito grande":GOTO 1000
1100 C=i
1110 PRINT:PRINT
Barra de espaco: nostra a linha caracte-
re a caractere"
1120 PRINT:PRINT
tecla L ou 1 : nostra a linha inteira"
1139 PRINT:PRINT
tecla backspace: volta un carctere a es-
querda, sen deletar"
1148 PRINT:PRINT
tecla D ou d : deleta ui carctere a
direita"
1150 PRINT:PRINT
tecla X ou x : vai ao fin da linha e
inclttl texto apds <RETURN>"
1168 PRINTSPRINT
tecla E ou e : abandona edicao, retor-
nando ao prograna principal"
1170 PRINT:PRINT:PRINT
"PRESSIONE QUAL8UER TECLA PARA CONTINUAR
1188 A4=INPUT4(1>
1198 CLS:PRINT "Editando 1 inha";Y:PRINT
1288 84=INKEY4
1218 IF 84=" " THEN GOSUB 5000
1220 IF 84="D" OR 84="d" THEN GOSUB 6800
1230 IF 84='T OR 84=" i" THEN GOSUB 7000
1240 IF 84=CHR4(8) THEN GOSUB 8000
1250 IF 84="L" OR 84="1" THEN GOSUB 9080
1260 IF 84="X" OR G4="x" THEN GOSUB 1080
1270 IF 84="E" OR 84="e" THEN GOSUB 1100
•RETURN
1288 GOTO 1288
5880 REM nostra linha letra a letra
5010 IF (.D LEN (A4IYI) OR C<1) THEN GOTO
5840
5020 C=C+1
5838 I4=HID4(A4(Y),C-1,1>:PRINT 14;
5040 RETURN
6000 REM deleta caractere a direita
6005 IF DLEN(Ai(Y>) THEN GOTO 6020
6010 A4(Y)=LEFT4(A4(Y),C-1) + RIGHT4(A4(
Y),LEN(A4(Y))-C)
6828 RETURN
7800 REM inclui caracteres
7010 LINE INPUT J4
7020 A4(Y)=LEFT4(A4(Y),C-1) +J4+ RIGHT4(
A4(Y),LEN(A4(Y))-C+1)
7030 PRINT A4(Y)
7848 RETURN
8000 REM backspace
8010 IF C<=1 THEN GOTO 8030
8020 PRINT CHR4I8);" ";CHR4(8);:C=C-1
B030 RETURN
9000 REM nostra linha inteira
9010 PRINT RIGHT4(A4(Y), (LEN (A4(Y))-C+
i)>
9028 C=l
9030 RETURN
10000 REM completa linha
10010 PRINT RIGHTS(A4(Y), (LEN (AS(Y))-C
+i));
10020 INPUT J4:A4(Y)=A4(Y)+J4
10030 PRINTA4IY)
10040 RETURN
11000 REM sai da rotina de correcao
11010 IF LEN(A4(Y)X=N THEN PRINTsPRINT
A4(Y):AS(X)="":X=X-i:GOT0 10030
11020 X=X- 1 : C=l : P R INT : PR INT AKY)
11830 RETURN
Tabela de linhas
linha contciido
10 a 80 Inicializam o programa
50 I.imila niimero maxima
de caracteres do texto
(5000)
60 Escolha do niimero de li-
nhas
70 Escolha do niimero de co-
lunas
80 Consistencia (linhas X co-
lunas = 5000)
90 a 130 Instrucoes
MO a 200 Rotina de inclusao de da-
dos
33
140 Ini'cio do loop FOR/
NEXT
150 Numera as linhas
160 Introdugao do texto na li-
nha
170 Verifica sc foi digitado o
sfmbolo M . Sc ocorreu,
encaminha para a rotina
do correcao
180 Verifica sc foi digitada a
palavra FIM. Sc vcrdadc,
encaminha para a rotina
de imprcssao
190 Verifica o tamanho da li
nha. Sc muito grandc
(niimero dc caracteres
maior do que o limitado),
encaminha para correcao
200 Fccha loop FOR/NEXT c
210
220
corrige a variavel X (ao
termino do loop FOR/
NEXT, a variavel X c
maior uma unidade que o
niimero dc linhas. Para
correcao, e decrementada
de 1
Ini'cio da rotina de im-
prcssao
Pcrgunta sc usua'rio desc
ja safda na imprcssora
230 a 260 lx>op FOR/ N EX T para
imprcssao
270
Sub-rotina de correcao (linhas 1000
a 1280)
linha contcudo
1000 identifica a sub-rotina
1010 sc o comprimento da li-
nha for menor do que o li-
mite (N), coloca em Y o
valor da linha (segundo
elcmento da string de ca-
racteres da linha corren
to)
1020 a
1050
oferece ao usuario duas
oportunidades de escolha:
introduzir nova linha ou
corrigir a linha a ser edi-
tada
1060 limpa a tela e mostra qual
linha esta srndo editada
Finalizacao do programa 1070
desvio miiltiplo (ON A
GOTO) levando o progra-
ma a uma dc duas alter-
nalivas. rcintrodu(,ao
(1080) ou correcao (1100),
conformc o valor de A
1080 rcintrodu/. a linha
O Poder e o Sucesso Profissional ao Seu alcance.
E voce que imaginava mudar ludo da nolle para o dia, tornar seu MSX urn microcomputador capaz de dinamizar as informacoes gerenciais e o
processo de tomada de decisoes. . Voce esperava uma revolucSo e teve que se contentar com uma simples evolucSo. O que deu errado? Seu
hardware possuia os requisitos necessarios, mas Seus softwares, ingenuamenle adquiridos como prolissionais... ora, programinhas!.
A PRINCESSWARE, pioneira, deu urn passo decisivo no mercado de MSX e la'ncou com exclusividade. os Softwares Prolissionais mais lamosos,
verdadeiros Best Sellers mundiais da informalica.
O dBASE II Plus MSX e uma forma complelamente nova de gerenciar seus
dados. E uma linguagem que permite criar, de forma facil e rapida, um siste-
ma completo de informacoes para seu negocio que faz exatamente o que vo-
ce quer. Contabilidade. Mala Oireta. Controle de Esloque, Gerenciamento de
Producao. Perlil de Cliente, enfim, sistemas que irao manipular os problemas
modernos que surgem a cada dia.
O dBASE II Plus MSX nao e o unico meio de manipular dados no seu micro-
compulador, mas e o melhor!. Medicos e Advogados, Contadores e Vendedo-
res. Corretores e Imobiliarias, Donas de Casa, Pequenas e Grandes Empre-
sas. todos utilizarao melhor seus dados, com o dBASE II Plus MSX. Tudo o
que voce tern a fazer e trabalhar com as informacoes usando nomes e con-
ceitos que voce ja conhece, e que seu micro passa a conhecer alraves do dBA-
SE II. Voce pode trabalhar com ele na forma Interativa ou Programada.
Portanto a comunicagao e perfeila: clara, objetiva e rapida.
(Produzido pela DATALOGICA, representante no Brasil e Portugal da empresa
amerlcana ASHTONTATE, dona do produlo).
O SuperCalc 2 MSX e uma planilha de calculo eletronica, um programa de
planejamento eletr6nico.
Com o passar do tempo, a sua ulilizacao se lornou cada vez mais frequente.
Milhares de usuarios no mundo todo acharam esta a melhor maneira de apro-
yeitar toda a capacidade e eficiencia de seus micros.
E uni instrumento para planejamento e previsao linanceira e numerica.
O SuperCalc 2 MSX pods ser usado para dessnvolver o orgamento inteiro de
uma companhia, para organizar o orcamento domestico de uma familia ou
para coletar dados numericos-estatisticos.
Sem diivida a ferramenta ideal para administradores, engenheiros, vendedo-
res, pesquisadores. estudantes, etc.
Facil de usar, nao requer grandes conhecimentos de computacao. foi feito
para ser usado logo no seu primeiro contato.
Nada mais de lapis, papel e calculadora, agora somenle seu MSX e o Super-
Calc 2 MSX.
(Produzido pela COMPUCENTER, representante no Brasil da empresa ameri-
cana COMPUTER ASSOCIATES, dona do produto).
Coloque um Pequeno Universe- dentro de seu microcomputador e cresca!.
Indo alem. a compatibilidade existente entre os arquivos do MSX e do IBM-PC, permite facilmente que voce crie arquivos-programas em dBASE
II no seu MSX, e depois, le-los ou "roda-los" em um micro do tipo IBM-PC que utilize o dBASE II ou ate mesmo o dBASE III. E vice-versa!.
Da mesma forma isto pode ser feito quando usamos o SuperCalc 2 MSX e um SuperCalc 3 ou ale o SuperCalc 4 no IBM-PC.
Um novo horizonte se esta abrindo com a profissionalizacao do seu MSX. e gracas a esles softwares de sucesso.
O SuperCalc 2 MSX e o dBASE II Plus MSX sao produtos em disco, com seu respectivo niimero de serie, manual completo, garantia, suporte
tecnico e direito a atualiza;ao de versSo. Valorize seu investimento adquirindo a versao original, voce estara levando tambem um servico.
E tudo a um cuslo reduzidol.
Atengao: Estes produtos voce os encontrara no seu
Revendedor predilelo, mas nao se deixe enganar, exij
sempre o original. A Lei n? 7646, Lei de Software,
traz beneficios mutuos. Vai proteger seu software!.
Para receber informacOes escreva para:
Caixa Postal 64635 - CEP 05497 - SP
Telefone: (011) 814-3776 — 448-9361
O Futuro desta GeracSo ja chegou.
34
1090 prepara a linha para re-
torno (x = x— 1), vcrifica
sc a linha a scr introduzi
da c menor ou igual ao li
mite (N). Se verdade re-
lorna a linha imediata-
mcntc posterior a chama-
da da sub-rotina (linha
200), scnao volta a linha
190
6020
retorna
Sub-rotina da linha 7000
(inclui caracteres)
1200 coloca o caractere da te-
cla pressionada na varia'-
vel Q.S
1280 em funcao de QS vai pa-
ra uma das seguintcs sub-
rotinas:
espaco sub-rotina 5000
D ou d sub-rotina 6000
1 ou i sub-rotina 7000
backspace sub-roiina 8000
L ou 1 sub-rotina 9000
X ou x sub-rotina 10000
E ou e sub-rotina 11000
Sub-rotina da linha 5000
(mostra caracteres 1 a 1)
linha
conteiido
5000
identifica a sub rotina
5010
retorna se o fim da linha
foi atingido
5020
incrementa contador
5030
imprime um caractere <la
string
5040
retorna
Sub-rotina da linha 6000
(deleta caracteres a direita)
6000
identifica a sub-rotina
6005 verifica se o fim da string
foi atingido e retorna, se
isto ocorreu
6010 elimina o caractere da
string
7000
7010
7020
1100
inicializa contador de
po
siloes da string
7030
1110 a
1190
instructs
7040
identifica a sub-rotina
permite a entrada de ca-
racteres
coloca os caracteres adi-
cionais na string
mostra a string resultante
retorna ao programa
principal
Sub-rotina da linha 8000
(backspace)
8000 identifica a sub-rotina
8010 verifica se foi atingido o
ini'cio da string e retorna
se isto for verdadeiro
8020 gera backspace na string
mostrada, mas nao elimi-
na nenhum caractere
8030 retorna
Sub-rotina da linha 9000
(mostra linha inteira)
9000 identifica a sub-rotina
901(1 mostra o restantc da linha
9020 reinicializa o contador
9030 retorna
Sub-rotina da linha 10000
(inclui caracteres no final da string)
10000 identifica a sub-rotina
10010 mostra o restante da linha
10020 permite a introducao da
caracteres e os inclui na
string
10030 mostra a linha resultante
10040 retorna
Sub-rotina da linha 11000
(saida da sub-rotina)
11000 identifica a sub-rotina
11010 verifica se a string resul-
tante ultra passou o Iimite
(N) e retorna se verdadei-
ro
11020 recstabelece o valor de X
(contador do loop FOR/
NEX'I" de inclusao), ini-
cializa o contador de
string (C) e imprime os
caracteres
11030 retorna
Tabela de Variaveis
Variavel conteiido
LL mimero de linhas do tex-
to (maximo)
N numero de colunas (ca-
racteres por linha) do tex-
to (maximo)
A$ recebe caracteres quais-
quer para avancar pagi
na, limpar tela etc.
X numero da linha corren
te (usada como contado-
ra do loop FOR/NEXT
das linhas 140 a 200)
AS( ) matriz tipo string que
contera todas as linhas do
texto
B variavel contadora do loop
de impressao. E usada pa-
ra identificar qual linha
sera impressa
Y indica qual linha sera edi-
tada (corrigida)
A contem o numero da op-
cao escolhida no momen
to da edigao (reinclusao
ou correcao)
C contador de posicoes da
string a ser editada
35
Musica Aleatoria
Q$ contem o caractcrc digita
do na rotina dc correcao,
que indica uma das fun
C5es do editor: mostra a li-
nha a ser editada (uma a
uma ou inteira), inclui ca-
racteres (em qualquer po-
siclo ou no final da
string), deletar caracteres
etc.
Obscrvacocs
O limite de caracteres c fixado na li-
nha 50, por mcio da instrucao
CLEAR. Fixamos em 5000 caracteres,
o que da um texto de aproximada-
mente duas paginas datilografadas.
Isso pode ser alterado, em funcao da
memdria disponi'vel no micro. Sc mais
nada estiver residente na mcmdria
(por exemplo, rotinas em linguagem
de maquina), poderemos dispor dc um
cspaco de 15000 ou ate mais caracte
res nos micros com 64 kB.
Para aumentar o niimero de carac-
teres disponfveis, mude as linhas 50 e
80 para o novo limite.
Para introduzir linhas em branco.
simplesmente digite ENTER na li
nha em questao.
O programa possui apenas algumas
caracten'sticas de um processador de
textos. Que tal acrescentar-lhes outras?
Observe que usamos letras para a!
gumas funcoes. Poden'amos ter usado
a tecla INS, DEL ou as teclas de fun-
cao (Fl a F10) para realizarmos todas
estas funcoes, inclusive para finalizar
a digitacao, para entrarmos no modo
de correcao etc.
Que tal voce mesmo tentar fatter is
so?
Outra sugestao: repare que nao fi
zemos uma rotina de gravacao de da-
dos. Que tal tentar? *K
Voce criou um jogo cheio de agao e o
mostra a um de seus amigos. Ele diz:
muito bom, mas faltou uma musiqui-
nha...
Antes de quebrar o micro na cabeqa
de seu colega, de uma olhada no pro-
graminha a seguir:
10 X=RND(-TIHE)
20 X1=36:X2=8
30 N1=80:N2=30
40 L1=30:L2=3
50 GOSUB 1000
60 END
1000 REM MUSICA ALEATORIA
1010 FOR C=l TO 25
1020 ALEAT=RND(1>
1030 VARIACA0=INT(Xl*ALEAT-6)
1040 N=N+VARIACAO
1050 IF N)N1 OR N<N2 THEN N=INT((Nl+N2)/2)
1060 VARIACA0=INT(X2*ALEAT-6)
1070 L=L+VARIACA0
10B0 IF L>L1 OR L(L2 THEN L=INT((Li+L2>/2>
1 090 X$="L"+STR1( L ) +"N"+STR I ( N )
1100 PLAY XI
1110 NEXT C
1120 RETURN
Tabela de linhas
niimero conteudo
10
garante que a cada pro-
grama sera gerada uma
sequencia difercnte
20 a 40 inicializam as variaveis
50 chama a sub-rotina
60 finaliza o programa
1000 im'cio da sub-rotina
1010 inicializa loop FOR,
NEXT que gera os tons
1020 gera um niimero aleatdrio
entre e 1
superior da nota. Se a no-
ta calculada ultrapassar os
limites, escolhe um valor
intermediario
1060 calcula a variacao da du-
ragao da nota
1070 escolhe a duracao da prd-
xima nota
1080 verifica o limite inferior e
superior da duragao da
nota. Se a duracao da no-
ta calculada ultrapassar os
limites, escolhe um valor
intermediario
1090 monta a string (cadeia de
caracteres) a ser usada p<-
la instrucao PLAY
1100 executa a instrucao PLAY
1110 fechao loop FOR NEXT
aberto em 1010
1120 retorna da sub-rotina
Tabela de variaveis
Variavcl Conteudo
X valor aleatdrio amarrado
com a contagem da fun-
gao TIME. Garante que
cada vez que se rodar o
programa, a musica gera
da sera diferente.
XI limite da variacao do va
lor da nota.
X2 limite da variacao da du-
ragao da nota.
Nl Limite superior do valor
da nota.
N2 Limite inferior do valor
da nota.
1030 calcula a variacao da nota
1040 escolhe a prdxima nota
1050 verifica o limite inferior e
LI
L2
Limite superior da dura-
cao da nota.
Limite inferior da dura-
cao da nota.
36
ALE AT
contador do loop FOR/
NEXT
valor aleaidrio
VARIACAO variaeao do valor nota e
da duracao da nota.
XS
string a ser usada pelo
comando PLAY.
As linhas de 10 a 60 formam o pro-
grama principal, cuja unica funcao c
estabclecer os Iimitcs inicial c final do
valor (Nl e N2) e da duracao (LI c L2)
bem como o limitc da variacoes des-
tcsparametros(Xl - nota; X2 = du-
racao).
As linhas de 1000 a 1120 formam
uma sub-rotina dcstinada a criar uma
scquencia alcatciria de 25 notas, por
meio de um loop FOR/NEXT.
A inicializacao das variaveis pode es
tar em qualquer ponio do programa
c conter valores d if e rentes dos indica-
dos. desde que se respeitem os limites
de L e N (1 a 61 e a 95 rcspectiva-
mente).
Experimente aumentar ou rctluzir
os valores destas variaveis e ver o que
acontece. ..
Agora, experimente substituir as linhas
de 10 a 60 pelas que mostramos a se-
guir:
18 FOR 1=1 TO 18
28 X=RN0(-TIr1E)
38 X1=98*RND(1):X2=A8»RND(1)
48 Nl=98*RND(i):N2=38«RND(i>
58 Li=64*RND(l):L2=18*RND(i)
68 IF (NKN2 OR LKL2 OR XKX2) THEN GOTO 28
78 GOSUB 1888
88 NEXT I
?8 END
Tabela de linhas
linha conteudo
10 inicia loop FOR/NEXT
20 garantc que a proxima se-
quencia sera diferente da
primeira
30 a 50 esrolhem os limites
60 verifica a validade dos li
mites (superior inferior).
Se falso, retorna ao come
co para escolha de novos
valores
70 chama sub-rotina
80 fecha loop FOR NEXT
90 FINALIZA O PROGRA-
MA
Nao e interessante? Que tal surpreen-
der agora seu amigo e dizer que voce
agora tern miisica em seus jogos e,
alcm de tudo, de sua propria "criacao".
Equa^ao
de 2? Grau
Resolver equacoes de segundo grau e
um terror para a maioria dos estudan
tes. Por este motivo, criamos este pro-
grama que auxilia na resolucao des-
tas equacoes.
Formula
Os estudantes, para se safrem bem em
uma prova que envolva equacoes de se-
gundo grau, geralmente tern que pas-
sar algum tempo se exercitando em de-
corar a seguinte formula:
Dada a cquacao:
ax" + bx i c =
Podemos resolve- la com as seguintes
formulas:
d - b~ - 4ac
xl = -b + d
2a
x2 = "b "
2a
Se tl (ou delta) for menor que zero, as
raizes (xl e x2) da equacao serao com-
plexas, se for igual a zero, as rafzes se-
rao reais e iguais, se for maior, as raf-
zes serao reais e diferentes.
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37
O computador porem so precisa que
I he contem estas formulas (por meio
de um programa e claro) uma vez, co-
mo mostraremos pelo programa a se-
guir.
10 REM Resolutor de equac'oes do segundo
grau
20 CLEAR :CLS
30 PR1NT:PRINT
Este prograua resolve uma equcao de se-
gundo grau, da forma:"
40 PRINT:PRINT
2
a:< + bx + c = 0"
50 PRINT:PRINT
dados a, b e c"
60 PRINT:PRINT
Bast a fornecer os dados ass in que forem
pedidos"
70 PRINT:INPUT "8ual o valor de a";A
80 INPUT "Qual o valor de b";B
90 INPUT "9ual o valor de c";C
100 PRINTJPRINT
Voce obtera o resultado da equaclo:"
110 PRINT:PRINT A;"* X"2 +";B;"* X +";C
120 PRINT:PRINT
Pressione qualquer tecla":AJ=INPUTi(l):C
LS
130 D=B"2-4»A*C
140 IF D>0 THEN GOTO I7«
150 PRINT:PRINT
Iispossi'vel: raizes conplexas"
160 GOTO 210
170 X1=(-B+S0R(D))/2«A
180 X2=(-B-S8R<D))/2*A
190 PRINT:PRINT "As raizes sao t"
200 PRINTrPRINT TAB(5);"xi=";Xi:PRINT:PR
INT TAB(5);"x2=";X2
210 PRINT:PRINT"deseja continuar?(s/n)":
AS=INPUTi(l>
220 IF A5="S" OR Ai="s" THEN GOTO 20
230 IF AJ="N" OR Ai="n" THEN GOTO 250
240 GOTO 210
250 END
Tabela de linhas
linha
10
20 a 60
70 a 90
38
conteudo
identifica o programa
instrucoes
entrada de dados
100 a 110 mostra a cquacao que cs
ta sendo calculada
120 aguarda que seja pressio
nada uma lecla
130 calcula o valor de D (del-
ta da equacao)
140 verifiea se D e maior ou
igual a zero. Se verdade,
vai para a linha 170. Se
falso vai para a linha se-
guinte
lf>0 mostra mensagem que in
dica que as rafzes sao
ooiiiplexas
160 desvia para a rotina de fi-
nalizacao
Tabela de linhas
linha conteudo
170 calcula xl
X2
A$
segunda raiz
uso geral
180
calcula x2
190 e 200 mostra as raizes
210 a 250 rotina de finalizacao. Ve-
rifiea se o usuario quer ou
nao continuar o progra-
ma. reiniciando no pri
meiro caso e finalizando
por END no segundo
Tabela de variaveis
variavel conteudo
A
B
D
XI
coeficiente A de uma
equacao de segundo grau
coeficiente B de um cqua-
Cao de segundo grau
coeficiente C de um equa-
gao de segundo grau
valor de delta
primeira raiz
Regras de colaboracao
Ibdas as colaboracoes recebidas serao
analisadas e, se julgarmos convenien-
te, publicadas.
Os programas enviados deverao ser
originais e ineditos.
A tftulo de incentivo, as colabora
Coes publicadas serao remuneradas. se-
gundo criterios estabelecidos pela re
dacao, baseados nos seguintes itens:
a) criatividade
b) clareza (o programa deve ser facil-
mente lido e compreendido)
c) complexidade do programa
d) presenca de rotinas em linguagem
de maquina
e) grau de detalhamento das explica
goes
O modelo que apresentamos pode
ser usado como exemplo para suas co
laboracoes.
Se possfvel, envie as listagens obti-
das em uma impressora.
Os originais nao serao devolvidos.
Se o seu programa for escolhido pa-
ra publicacao, voce sera avisado com
antecedencia.
A remuneracao so sera enviada apds
a publicacao.
Af esta tudo o que voc£ precisava sa-
ber! Maos a obra! Nada de maquinas
paradas! *W?
MSX
Software de uma linha:
urn pequeno problema, urn grande desafio.
Sera que voce consegue escrever em
apenas uma linha de BASIC um
grande programa? Voce tern 255
caracteres a sua disposicao! Sera
que isto e suficiente?
Estc e o nosso desafio. valendo
uma assinatura de MSX Micro (ou
sua renovacao automatica, caso
voce ja seja assinante) para os dois
melhores programas!
Para concorrer a este concurso a
unica coisa que voce deve fazer e
escrever um programa que conste
de uma unica linha em BASIC, nos
envie em uma carta com seus
dados pessoais (nome, enderego,
telefone para contato, idade e um
pequeno curriculum) e com o tftulo
marcado no envelope: concurso
uma linha.
Os nossos criterios se basearao nos
seguintes itens:
1) criatividade
2) economia de comandos (o
programa deve fazer o maximo
com o mi'nimo de comandos)
3) variabilidade (quanto mais coieas
diferentes o programa fizer,
melhor)
4) uso de recursos (quanto maior o
numero de recursos do MSX,
melhor: som, cor etc..)
O que vale e o que nao vale
vale:
Qualqucr comando em MSX
BASIC, inclusive PEEK, POKE.
Desenhos, musicas, letras,
aplicativos, jogos, utilitarios etc..
Chegar ate o prazo fatal, dia
22/04/88
Nao vale:
Rotinas em outra linguagem
(inclusive linguagem de maquina)
que nao o MSX BASIC.
Mais de uma linha, e claro!
Copiar (pirataria, a esta altura do
campeonato!).
Cartas que chegarcm a nossa
reda<;ao fora do prazo.
Nota: este concurso se repetira mes
a mes. As cartas que chegarem fora
do prazo serao consideradas para o
proximo concurso:
Participe!
E...boa sorte! 9B
39
□UEBRfl CflBECfi
O Meteorito de Sao Tome das Letras
O lexto a scguir foi transcrito do
diario do Sr. Nabor Rosenthal com
sua autorizagao.
Quando voltamos da Europa, eu e
Dinora estavamos extremamente
desgastados pelos muitos dias de
viagem e resolvemos aceitar um
convite de Tsrhebo para passarmos
algumas scmanas em seu si'tio,
proximo a pequcna cidade de Sao
Ibme das Letras, em Minas.
Essa regiao c um verdadeiro
parai'so terrcstre, com suas piscinas
naturais aquecidas e suas formosas
esculturas em pedra, geradas pelo
vento c pela chuva ao longo de
milhdes de anos.
Em nossa curta (essa palavra e
imprescindfvel em se tratando do
si'tio de Tschebo!) estadia nesse
40
"Jardim do Eden" terrestre. alem
da exuberancia e esplendor da
natureza, observamos a'lgo por
demais estranho e realmente
espantoso para um fenomeno
"natural". Ainda hoje, mais de um
mes depois, ao lembrarmos de
tudo. perdemos o sono intrigados a
procura de explicac/x'S.
A coisa acontcceu durante a
noite da Pascoa de 1984 (dia 22 de
abril), pouco antes da meia-noite.
Estavamos, eu e minha querida
Dinora, deitados como chegamos a
este mundo a beira de uma das
inumeras pcquenas piscinas
naturais da regiao. Saboreavamos
morangos silvestres de Ramarujan
que trouxemos da India,
contemplando o maravilhoso ceu
do outono. Apontavamos as vistas
precisamente para a estrela SPICA
na constelacao de VIRGEM quando
subitamente observamos uma
luminosidade crescente surgir
naquela diregao e ir aumentando
cada vez mais rapidamentc.
Antes que pudessemos entender o
que estava acontecendo ouvimos
um enorme estrondo e luzes e
vapores emanaram de uma
pequcna piscina bem prdxima da
que estavamos.
Apds nos refazermos do susto e
ainda quase surdos devido ao
zumbido causado pelo estrondo em
nosso ouvidos. levantamos e fomos
ver o que acontecera.
A piscina tinha seu chao limoso
facilmente visi'vel atraves da agua
transparcnte e cristalina que mal
chegava aos nossos joelhos. A unica
coisa que se destacava da monotona
lisura do ch<io da piscina eram
quatro rochas extremamente
escuras das quais safam ainda
pcquenas bolhas de ar. Pela
aparencia e pela situacao cm que
as encontramos conclui'mos que
eram sideritos (meteoritos ferrosos).
Tschebo ja havia comentado que
em Sao Ibme pode-se cOntar
Ireqiientemente mais de cem
estrelas cadentes em apenas uma
noite de observa<,ao do ecu e que
elc mesmo tinha uma pequcna
colegao de meteoritos que
encontrara pelas piscinas em seus
passeios.
Enquanto verifica'vamos se as
rochas ja estavam (rias, fomos
surpreendidos por Ischebo, que
vinha em nossa direcao apreensivo
devido ao enorme barulho
produzido pela queda.
Levamos as quatros rochas para
a casa de Tschebo e enquanto eu e
elc bebi'amos suco de morangos
silvestres na varanda, Dinora
estudava as rochas, medindo-as e
pesando-as.
De reperttc elc nos chamou, meio
apavorada, para dcntro da sala e
nos mostrou algo rcalmente
incn'vel.
As quatro rochas juntas pcsavam
cxatamente 40 kgf!
Cada uma delas tinha seu
prdprio peso, cm kgf, representado
por um numcro inteiro!
Combinando-se 1, 2, 3 ou 4
rochas, podia-se obter qualquer
valor de peso inieiro entrc 1 c 40!!!
Em outras palavras, os quatro
meteoritos formavam um pcrfcito
conjunto de taras para uma
balanca de dois pratos. Com elcs
podia-se pesar qualquer coisa com
peso inteiro entre 1 e 40 kgf.
Apds verificavamos va'rias vezes o
peso de cada rocha desistimos de
buscar explicacao para o ocorrido
c. ..
Como voce pode notar, os quatro
meteoritos tern pesos inteiros e
juntos pesam 40 kgf. Nosso
problema e achar o peso de cada
uma das rochas at raves de um
programa feilo em BASIC MSX.
Envic-nos sua solucdo!
O prime/ro programa com a
resposta correta que recebermos
ganhard grat mtamente uma
assinatura anual da MSX MICRO.
Boa Sorte .'.'/ *S5
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SAO PAULO - SP CEP - 02524
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41
MSX
DiCfiS
DENTSOFT
A MZ Informatica e Sislog,
de Curitiba, desenvolveu o
programa chamado Dent-
soft, voltado para a odonto-
logia clfniea, dispondo de
recursos modemos segundo
11
' r^%7'£
[Tljm
i^^^,.^
. l-^te
fite0 : -- :
sHfe
,. v^/
as tendencias de programas
para odontologia da Austra-
lia, EUA, Canada e Ale-
manha.
O Dentsoft possui contro-
les clihico, financeiro e ad-
ministrativo. O ponto desta-
que do programa e o odon-
tograma, com varias funcoes
especiais, como orcamenta-
cao automatica com fator de
multiplicacao, permitindo
descontos ou "over price" na
tabela de honorarios. O par-
celamento tern facilidades
de calculos com uso da ta-
bela "price".
"As grandes vantagens do
Dentsoft estao na facilidade
de operacao com informa-
cdes de ajuda em todas as te-
las e na compacia?ao dos
dados", segundo Nelson Luiz
Rodrigues de Lima, diretor
da MZ Informatica. "Permi-
timos muito mais pacientes
do que qualquer outro sis-
tema similar", diz Rodrigues
de Lima, esclarecendo que
estas vantagens foram con-
seguidas pelos analistas da
Sislog com formacao plena
em matematica: "A arcada
DEHTSOFT
MENU PRINCIPAL
1 - Honor £r i oa
2 - Pac
3 - Con
i - Odo
5 - Con
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8 - Eft
9 - ri«
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2 - Extratf—
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i - Pacien
5 - Valore
I - Ciitae
7 - Ettque
B - Honor 11
9 - Produlos
1 - Anlversarlantes
'! - Devedore8
3 - Reconculla
10 - Dlspositlvo
<Setas> Seleclona <Enler> Conflrn
<F2) Kenu Principal
— \
HZ Infonltlca
-\ (CI SISLOG / BZ I-
dentaria no odontograma e
um conjunto de formulas
matematicas".
A MZ deve lancar em bre-
ve o Dcntsoft-Orto, sistema
para ortodontistas e radiolo-
gistas, usando um metodo
revolucionario que dispensa
o uso da mesa digitalizado-
ra, um equipamento muito
caro. E prepara o Dentsoft
versao espanhol, para expor
tacao para a America Lati-
na e Espanha.
Desabilitando o
CTRL + STOP
Um dia pode ser que voce
tenha que proteger um pro-
grama contra curiosos ou,
quern sabe, piratas. Uma
das maneiras de evitar isso
e desativando o STOP e o
CTRL + STOP
Podemos fazer isso de
duas maneiras. Uma e sim-
plesmente usar as instrucoes
STOP. ON e ON STOP GO
SUB xxxx.
Outra e por meio de:
POKE &HFBB1.1
Para ativar novamente use:
POKE &HF89.0
Entretanto, cuidado! Co-
loque estas instrucoes em seu
programa somente depois de
ter certeza de que ele esta
funcionando corretamente e
rodeo apenas depois de te-
lo gravado!
Delimitando a
largura da
linha em
impressoras de
padrao Epson
Quando voce esta listando
um programa, a listagem
das linhas mais longas ocu-
para toda a largura do pa
pel de 80 colunas.
Mas voce pode estar quc-
rendo uma margem, ou ter
na impressora a mesma vi
zualizacao que voce tern na
tela.
Se este for seu caso, use o co-
mando:
LPRINT CHR$
"Q";CHRS(n)
(271
onde nco niimero de colu
nas que desejamos.
Com n = 80, para impres-
soras de 80 colunas retorna-
mos ao padrao default.
Em que impressoras funcio-
na? Bern, quase todas as im-
pressoras nacionais sao pa-
drao Epson.
Trocando a
chave
da Monica
E ja que estamos falando de
impressora, aqui vai uma di-
ca sobre a chave de selecao
de tipos da Monica.
42
I
No paincl trasciro da Mo-
nica, junto ao fio de alimen-
tacao, existc uma chavc que
troca o tipo dc impressao
normal (padrao dados) pa-
ra padrao carta.
Pode ser que voce nao de-
seje ou nao precise trocar
com i ,iih, i frequencia do pa-
drao dados para o carta e
vice-versa, mas por exemplo,
do padrao dados para o pa-
drao reduzido.
A troca pode ser feita, se
mudarmos a posicao do es-
trape da chave no conjunto
de est rapes da Monica.
Para isso, devemos abrir a
impressora, conforme esta
indicando em seu manual.
Procure pelo conjunto de es-
trapes E3. Ele esta no canto
superior esquerdo da plat a
principal, junto a chave de
selecao de tipos.
Ele c um conjunto de
quatro cstrapes, com as se-
guintes funcoes:
estrape funcao
1 seleciona 6 ou 8 li-
nhas por polegada
(entrelinhamento)
2 seleciona caracteres
normais ou reduzi-
dos (10 ou 16,7 ca-
racteres por polega-
da)
3 seleciona padrao
normal ou padrao
carta (ondc esta a
chave seletora)
4 acrescenta ou nao
uma alimenta^ao
de linha apcis o re-
trocesso dc carro.
a) retire o conector do estra-
pe 2
b) troque a chave seletora do
estrape 3 para o estrape 2
c) coloque o conector que
retirou do estrape 2 no es-
trape 3
d) feche a impressora, con-
forme esta descrito no
manual
e) teste.
Lembrc se que a posicao da
chave seletora so pode ser
mudada se a impressora es-
tiver DESLIGADA.
(Estrape e um pequeno Supondo que voce queira
conector que pode ser colo- trocar a chave segao de pa-
cado ou retirado de uma drao carta/normal para
placa de circuito.) normal/reduzido:
Acertando
o texto
Com certeza, voce ja teve
que colocar um texto em
uma tela e, quase sempre
que isso acontcce, a divisao
das palavras na tela nao
acompanha a divisao silabi-
ca, e voce e obrigado a edi-
tar as linhas com texto por
um metodo de ensaio e crro.
Para rcsolver isso experi-
mente:
10 PRINT
Este texto devera ser mostra-
do em uma "tela de quaren-
ta colunas, tal qual aparece
aqui"
Reparc que o primeiro ca-
ractere de aspas ocupa a ul-
tima posicao da tela. Ou, se-
ja, entre ele e o PRINT fo-
ram inseridos varios espacos
em branco, garantindo que
o primeiro caractere a ser
exibido ocupe a primeira co-
luna da tela.
No exemplo, foram digita-
dos 33 espacos.
Cuidados especiais:
a) Antes de digitar o texto,
comande WIDTH com a
largura da tela que voce vai
usar.
b) Nao ultrapasse o niime-
ro de caracteres permitidos
pelo BASIC em uma linha
(255). IE
• Drive Slin 5.1/4 com Interface
• Placa de 80 Colunas
• Expansor de Slot (c/4 Slots)
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PARADA DE IUCEIIOI
1
ARKANOID
antigo jogo "paredao", com um visual incrivelmente melhorado
2
ZANAC
Um dos melhores jogos com naves e objetos no solo para serem destruidos
3
KNIGHTMARE
Um "Arcade Adventure" na Grecia antiga
4
SPITFIRE 40
Um dos melhores simuladores para o seu MSX
5
EGGERLAND MISTERY
106 Quebra-cabecas diferentes para "ferver os seus miolos"
6
STARQUAKE
Explore as 512 salas de um planeta
7
NEMESIS
Avance com sua nave destruindo seus inimigos, no estilo "penetrator"
8
KALEIDOSCOPE
Mais um jogo de "navezinhas", porem, com alguns atrativos a mais
9
THEXDER
Os "transformers" no seu computador
10
ALFAROID
Dois jogos em um: "Shoot' Em' Up"* e artes marciais
11
RAMBO
"Arcade Adventure"** com algumas semelhancas com o filme
12
GALAGA
Conversao de maquina de fliper, similar ao "Fantastic"
13
ROAD FIGHTER
Ande pelas mais loucas estradas evitando colidir com os outros veiculos
14
YIE ARE KUNG FU 2
Enfrente 8 terriveis inimigos com o poder das artes marciais
15
THE CASTLE
Encontre todas as chaves para descobrir as 100 salas deste castelo
quadro acima mosira a poslcSo dos games mais vendidos do
ultimo mes. Foram consultadas as segumtes empresas,
lornecedoras dos grandes magazines: Cibertton, Engesolt, MSX
Inlormatica, Plansoft, Ononsoft
"'Shot' Em' Up". Tipo de jogo onde deve-se destruir tudo que
aparecer na tela.
" '"Arcade Adventure": Tipo de game onde deve-se enconnar
caminhos ou ob/etos para completar o jogo.
CLAPTON II YAYAMA RAMBO I
JACK THE NIPPER II INFERNAL MINER LAPTICK 2
MASTERTRONIC'S VIDEO POKER VOID RUNNER NICK NEAKER
ALIEN, O 8.° PASSAGEIRO KING LEONARD
GOODY TATICA
MILK RACE BALL BLAZER
STARBYTE STOP BALL
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LODE RUNNER I
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44
y^
^r ♦
STARQUAKE:
Em sua ultima viagem
interplanetaria, sua nave teve um
problema e acabou sendo at raid a
pelo campo gravitacional de um
planeta desconhecido.
Analisando seus computadores,
voce chegou a conclusao de que
este planeta esta localizado bem no
centro de todo o Universo, e que o
centro gravitacional dele (chamado
de CORE) entrara em colapso,
causando a destruicao de todo o
Universo por um estranho
fenomeno chamado STARQUAKE.
Para evitar que isto aconteca,
voce devera encontrar nove objetos
que estao espalhados pelo planeta e
leva-los ate CORE. Aparentemente,
parece ser algo muito facil, porem,
existem "apenas" 512 (!) salas no
planeta, o que transforma sua
missao em algo muito difi'cil de ser
realizado.
Para piorar ainda mais, voce so
pode andar para a esquerda,
direita ou para baixo, uma vez que
voce nao tern asas.
Para permitir que voce voe.
AVALIAgAO:
existe em algumas salas um
aparelho chamado MINI-JET. Este
aparelho faz com que voce voe por
onde quiser (esquerda, direita, para
cima ou para baixo), desde que
haja espaco livre.
Outro problema que voce
enfrenta e" a radioatividade do
planeta e dos seus habitantes, visto
que o menor contato com eles faz
com que o seu nfvel energetico caia
rapidamente.
Para se defender, voce esta
armado com uma pistola laser, que
tern o inconveniente de se
descarregar rapidamente quando
em uso (voce pode recarrega-la,
bastando para isto apanhar os
objetos corretos).
Algo que chama a atencao sao os
TELEPORTERS, aparelhos criados
para viajar pelo planeta, indo para
qualquer outro teleporter existente
instantaneamente (a unica restrigao
e que voce tern de fornecer o
cddigo do seu destino).
Existe neste jogo algo que eu
aprecio muito, que e o prazer de
descobrir "o que" e "o que",
permitindo que voce descubra algo
de novo toda vez que for jogar. Um
EFEITOS VISUAIS: 93%
TRILHA SONORA: 80%
JOGAB1LIDADE: 92%
AVALIACAO GERAL: 90%
OPINIAO:
jogo excelente, que vale a pena ser
descoberto por voce. (Aguarde para
os prdximos numeros um mapa
completo do jogo, com todas as
explicacoes necessarias para
termina-lo).
DEATH WISH 3:
Antigamente existia o slogan:
VEJA O FILME, LEIA O LIVRO.
Hoje ja podemos ter o seguinte
slogan: VEJA O FILME. JOGUE O
GAME!
DEATH WISH 3 € o terceiro
filme no qual o ator Charles
Bronson interpreta um justiceiro
solitario, que quer acabar com o
crime das ruas dos EUA fazendo
justica com as prdprias maos. Nos
dois primeiros filmes ele utilizava
apenas um revolver, porem no
terceiro episddio (atencao: ja esta
45
sendo rodado o quarto) ele
realmente apelou:
Sai cacando os bandidos usando
uma magnun 7.65, uma calibre 12,
uma submetralhadora e ate mesmo
uma bazucal Sorte nossa, que
podemos fazer em casa tudo que
ele fez no filme, sem que tenhamos
de chamar um double.
No jogo (que segue o argumento
do filme), voce deve livrar a cidade
de uma quadrilha que controla o
crime organizado, tendo de matar
os h'deres de cada uma das gangues
que disputam o poder.
Para isto a tela foi dividida em
duas partes, uma superior - com
o visual da cidade, seus bandidos,
policiais e voce — e outra inferior
— com um mapa indicando onde
voce esta, qual a arma que voce
esta usando, como esta seu colete a
prova de balas e um quadro de
avisos indicando em que direcao
estao os lfderes das gangues.
A princfpio, a movimentacao do
justiceiro e um pouco confusa.
porem, com o tempo voce aprende
como dirigi-lo na direcao que voce
quiser.
Voce pode andar pelas ruas
atirando nos criminosos (ganhando
pontos por isto) ou nos policiais e
civis (perdendo pontos). Alem disto,
voce pode entrar dentro das casas,
a procura dos lfderes ou de mais
munigao para suas armas.
Este jogo e uma versao adaptada
do ZX-Spectrum (TK 90), que nao
AVALIAQAO:
EFEITOS VISUAIS: 90%
TRILHA SONORA: 94%
JOGABILIDADE: 92%
AVALIAQAO GERAL: 92%
OPINlAO:
REALMENTE
UM BOM
JOGO!
aproveita, todos os recursos do VDP
do MSX (por exemplo, SPRITES),
porem, mesmo assim e um game
que vale a pena ser jogado.
ZANAC:
Mesmo nao sendo um
lancamento propriamente dito, este
e um dos jogos que deve figurar em
toda colecao de programas dos
usuai ios de MSX, pelos recursos
visuais e por toda concepcao de
jogo presente.
Aqui, voce pilotara uma nave,
cuja missao e destruir o terrfvel
HARREB, um tirano que fez do
outrora pacifico planeta Zanac a
sua fortaleza para a conquista do
Universo.
AVALIAgAO:
EFEITOS VISUAIS: 95%
TRILHA SONORA: 96%
JOGABILIDADE: 95%
AVALIAQAO GERAL: 95%
OPINlAO:
NAO
PERCA,
COMPRE-0
LOGO!
Este monstruoso ser, ciente do
perigo que voce representa para ele
e para todo o seu reinado de
tirania. envia para destruf-lo uma
infinidade de seres que tentarao a
qualquer custo impedir que voce
tenha sucesso na sua missao.
Na superffcie do planeta existem
aliados que estao presos em celas
que ao serem destrufdas, libertam
um dos oito poderes disponfveis
para serem usados como armas.
Cada um destes poderes pode ser
usado juntamente com o seu
canhao normal (que lanca
torpedos).
Alem dos prisioneiros, os fdolos
que existem na superffcie do
planeta, quando atingidos por seus
tiros, libertam capsulas de energia
que permitem destruir os inimigos
que se encontram na tela.
Algumas capsulas tern a
capacidade de transporta-lo pelo
planeta, fazendo com que voce
possa avancar ou retornar para
outras fases do jogo (existem oito
fases no total).
A ultima fase, onde invadimos e
destruimos o cerebro da HARREB
e simplesmente fantastica, valendo
a pena concluir o jogo pelo seu
visual.
46
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CIRCUS CHARLIE - FITA 13: RAID ON BUNGEUNG BAY - SPELUNKER - SENJYO - MAXIMA - FITA 14: RAMBO - BLAGGER - SUPER BIKE • MANIC MINER - F-16-CAQA - FITA 15: LODE RUNNER -
WARROID - HAUNTED HOUSE - RIVER RAID - CHOROQ - FITA 16: KALEIDOSCOPIO - ANIMAL WARS - CAT ADVENTURE • FUTURE KNIGHT - BASKET - FITA 17: BOSCONIAN - MY CONNECTION -
STAR FORCE - TIME CURB - TRAIL BLAZER - FITA 18: THEXDER - AMERICAN TRUCK - TWIN BEE - CYBERUN - INTERNATIONAL KARATE - FITA 19: ZANAC - GREEN BERET - MAZIACS - BATMAN
- CAMELOT WARRIORS - FITA 20: GYRONDINE - PRO-WRESTLING - DESOLATOR - SCION - ANTARTIC ADVENTURE - FITA 21: PIPPOLS - MIDNIGHT BUILDING-PUZZLE - OH. NOI - FEUD - PITA
22: KONAMI'S GOLF - CIRCUS - COSMOS EXPLORER - CHOPLIFTER - BC QUEST FOR TIRES - FITA 23: ARKANOID - THE CASTLE - RED ZONE - STONE OF WISDOM - POOYAN - FITA 24: SU-
PER GALLO - VAMPIRE - SKY COMMAND - EGGERLAND MISTERY - CHUCKIE EGG - FITA 25: GUARDIC - SUPER SYNTH - ORION'S DOMINOS - PINGUIM - JORNADA NAS ESTRELAS - FfTA 26'
STAR SOLDIER - EPISODE 4 - GYRO ADVENTURE - STAROUAKE - DORODON - FITA 27: LONESOME TANK - TZR - CHAMPIONS - ARMY MOVES - SABOTADOR - FrTA 28: EXOIDE - GP WORLD •
FRONT LINE - OIL'S WELL - EUDON - FITA 29: DANGER X4 - FORMATION Z - CRUSADER - FERNAN MARTIN BASKET - COLT 36 - FITA 30: EINSTEIN - 1 YARD FIGHT - TENSAI RABBIAN - ZEXAS
2 - PROFANATION - LANCAMENTOS: FITA 31: STAR WARS - COSA NOSTRA - WEST - BMX SIMULATOR - DEMONIA - FITA 32: DONKEY KONG • LEGEND OF KAGE - JUMP LAND - WIZARD'S
LAIR - Q'BERT - FITA 33: ALFA ROID - TRAIN SIMULATOR - GALAXIAN - INSPECTOUR Z - WHO DARES WINS 2 - FITA 34: SKOOTER - PINBALL MAKER - CENTIPEDE • BOUKEN - CHESS MATE
- FITA 35: ICE - TOMATESI - CAN OF WORMS - 10TH FRAME - SUHVIVOR - FITA 36: PLANETA ORION - PIROMANIA - JUNGLE - HOWARD. O PATO - OUTROYD - FrTA 37: TRAFFIC - MONSTER
FAIR - SAFARI X - THE LAST MISSION - PENTAGRAM - FITA 38: COASTER RACER - ANT ARES - SCORPEON - MOLE MOLE 2 - GODZILA - FITA 39: PICOT - SUPER DOMINOS - MERLIN O MAGO -
THE CASTLE 2 ■ VOLGUARD - FITA 40: ZANAC 2 - THE PROTECTOR - FINAL JUSTICE ■ SNAKE IT - CHAMPION BOXING.
"~H- V ^
O dia em que o seu
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dos mais sofisticados micros do mercado Hoje ele e tambem
membra do seleto grupo de micros profissionais.
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e passar a radar os mais completos softwares profissionais como
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